Olá queridos!
Kleberson M. (Kleberson Marcondes) é de Pindamonhangaba/SP, nascido em 1989. Estudante Técnico Jurídico no Centro Paula Souza. Amante de Nietzsche e apaixonado por F. Scott Fitzgerald, carrega ainda uma paixão avassaladora por Nirvana, Pitty, Cazuza e Janis Joplin. Sonhador convicto encontra no ofício de escrever, uma válvula de escape para expressar aos poucos como enxerga o mundo, as pessoas, os detalhes. Encontra nas crônicas o evangelho do ser humano contemporâneo, nos contos a fantasia que as pessoas esqueceram e na poesia, notas e partituras, o meio da existência. Filho do mundo, poeta dos incoerentes e observador dos devaneios, já que isso é onde todos se encontram.
Vocês querem conhecer mais sobre o autor.
Visitem seu blog: Kleberson M. ou adicione ele no twitter: @klebersonm__
E aí,pessoal!Gostaram?
Me digam o que vocês acharam?
Conto com a participação de todos!
Bjs!!!
Hoje é um dia muito especial para a Cachola.E vocês querem saber o motivo de tanta felicidade?
Primeiramente,vou lhes contar uma historinha rápida.Como alguns já sabem,eu estava fazendo aquele tour pela net nas madrugadas da vida até que me deparei com um blog.Foi à partir desse momento que eu embarquei numa viagem fantástica.É isso mesmo,eu não estou exagerando. Passei a fuçar esse blog e ler cada um desses textos.Enfim,.passei boa parte da noite lendo tais textos e pensando com meus botões:
_ Nossa,como esse cara é fantástico.Ele é muito bom!Preciso conhecê-lo.
Foi o que fiz.Fui em busca do autor do blog e daqueles textos maravilhosos. Nesse momento, tive a ideia de convidá-lo a ser colunista do blog e para minha surpresa, ele topou. Enfim, convido-lhes a passar um momento de suas vidas em transe,pois é assim que me senti.Seus textos são belíssimos. Espero que todos apreciem assim como eu, pois devemos dar valor a esses artistas que estão por aí esperando apenas uma oportunidade para demonstrar a sua arte.
Bem,vamos ao que interessa. Apresento-lhes seu primeiro texto para a Cachola.
Nostalgia de uma mente insana
Certa manhã, um desses jovens carregados de devaneios, decidiu abrir a janela de suas emoções. Pôs a cara no tempo e disse baixo, mas em bom tom que a vida era dele e sem mais, articulou em sua consciência, um escape para as emoções. Ele sábia amar, mas também sorrir em exagero. Costurava a certeza de que nos miúdos encontraria as grandes coisas. Pensava pequena, mas não como que seguinte a bula evangélica diária. Sabia compor suas próprias partituras, seus evangelhos.
Tinha certa convicção de que a sua vida era o conto que ninguém escreveu. O romance que ninguém assistiu a poesia que ninguém leu. Sábia que a vida, como presente de um, dois ou três deuses, era nota solta, samba e bossa nova. Embalado por um blues característico de Woodstock, pirou a nostalgia de um tempo que se foi e ele não tinha participado. Sonhou como teria sido, mas tinha aquela sensação de que os seus dias eram comuns, a ponto de se imaginar décadas anteriores. Acontece que ele era amante dos mortos. Sentia um prazer com aqueles que já tinham feito sua partida.
Ouvia Janis Joplin e se entregava a arte do amor pelas multidões, vez em quando se entregava as suas fantasias de modo real e vivia intensamente suas paixões diárias. Encontrava-se perdido meio as apologias rebeldes e incoerentes de um Nirvana, Cazuza e no presente estava ali, bem ali, parado frente à estante, procurando à baiana arretada do Rock Nacional, e se embalava com ao som de Jobim, Cartola e Buarque. Não tinha parada, ouvia tudo, lia todos, admirava a multidão.
Acontecia que levantava as seis, rodopiava como uma cigana e depois da tempestade feita em sua xícara de café, sossegava, virava monja. Era menino, gostava de meninas e se entregava a meninas. Sabia amar de um jeito sem igual. Não tinha medo e mesmo entre os anfitriões da terra, não temia a excomunhão dos círculos viciosos aos quais fazia parte. Nem Cristo, nem demônios. Nem pessoas, nem raízes. Nada o segurava, pois simplesmente um dia ele resolveu abrir uma janela e aspirou para si à valentia de encarar o mundo, o seu mundo de maneira diferente. Podia-se atestar sua insanidade, ele, porém, dava indícios de humanidade. Os que estavam a sua volta, enxergavam os problemas, mas ele encontrava em suas lacunas, espaço suficiente para preencher do que era novo, possibilitando heresias, profanações e sutis violações. Senhor do seu tempo, tornou-se escárnio da humanidade, mas dos outros. Para si, era apenas mais um jovem que um dia antes de tomar a decisão de se abrir ao novo, tinha passado por tudo aquilo que condizia aos homens de seu tempo. Passou por decepções, ódio, esquecimento. Trocou apenas por a certeza de que tudo passa. Sofreu mutilações afetivas, abandono e cárcere de suas emoções. Ao abrir a janela, pensou com firmeza que na vida, tudo passa.
O jovem tinha lá suas verdades, mas tinha a consciência de que não eram absolutas. Assim também, como sabia da concepção que passou a causar aos olhos dos telespectadores que estavam sempre observando. Do mais, ele sábia que o importante era a sua vida vivida com intensidade, sem ter que provar nada para ninguém e nem esperar por nada. De fato levantou, sacudiu a poeira e deu a volta por cima. O que importava era que compreendeu bem que a sua vida na terra, não era a esperança dos outros. Seus passos na estrada era caminho singular, que traça com aquela certeza de que tudo passa!
Kleberson M.
Sobre o autor:
Kleberson M. (Kleberson Marcondes) é de Pindamonhangaba/SP, nascido em 1989. Estudante Técnico Jurídico no Centro Paula Souza. Amante de Nietzsche e apaixonado por F. Scott Fitzgerald, carrega ainda uma paixão avassaladora por Nirvana, Pitty, Cazuza e Janis Joplin. Sonhador convicto encontra no ofício de escrever, uma válvula de escape para expressar aos poucos como enxerga o mundo, as pessoas, os detalhes. Encontra nas crônicas o evangelho do ser humano contemporâneo, nos contos a fantasia que as pessoas esqueceram e na poesia, notas e partituras, o meio da existência. Filho do mundo, poeta dos incoerentes e observador dos devaneios, já que isso é onde todos se encontram.Visitem seu blog: Kleberson M. ou adicione ele no twitter: @klebersonm__
E aí,pessoal!Gostaram?
Me digam o que vocês acharam?
Conto com a participação de todos!
Bjs!!!



