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Cachola Literária

Uma declaração de amor ao mundo mágico dos livros

É com muita alegria que anuncio mais uma super promoção!! A Cachola Literária se reuniu com alguns blogs amigos para presentear 7 sortudos com livros! Está super fácil de participar, basta seguir as regras de cada formulário. 


Regras:
- Ter endereço de entrega no Brasil.
- Se inscrever nos formulários abaixo.
- Os livros serão enviados pelos responsáveis de cada blog.
- Cada blog terá o prazo de 45 dias para enviar o prêmio.
- Cada ganhador só será contemplado com um sorteio na ordem dos formulários. Caso a mesma pessoa ganhe em dois ou mais formulários, novos sorteios serão realizados.
- O sorteado terá um prazo de 2 dias para responder o e-mail com seus dados. Caso isso não ocorra, um novo sorteio será realizado. 

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Olá,queridas leitoras!

O post de hoje é uma singela homenagem para todas as mães que visitam a Cachola Literária e quero dedicar esse post especialmente para uma querida mãezona: Rose. Dedico este post para você e todas as queridas mães do mundo!


A missão de ser mãe quase sempre começa com alguns meses de muito enjoo, seguido por anseios incontroláveis por comidas estranhas, aumento de peso, dores na coluna, o aprimoramento da arte de arrumar travesseiros preenchendo espaços entre o volume da barriga e o resto da cama. 

Ser mãe é não esquecer a emoção do primeiro movimento do bebezinho dentro da barriga. 

O instante maravilhoso em que ele se materializou ante os seus olhos, a boquinha sugando o leite, com vontade, e o primeiro sorriso de reconhecimento. 

Ser mãe é ficar noites sem dormir, é sofrer com as cólicas do bebê e se angustiar com os choros inexplicáveis: será dor de ouvido, fralda molhada, fome, desejo de colo? 

É a inquietação com os resfriados, pânico com a ameaça de pneumonia, coração partido com a tristeza causada pela morte do bichinho de estimação do pequerrucho. 

Ser mãe é ajudar o filho a largar a chupeta e a mamadeira. É levá-lo para a escola e segurar suas mãos na hora da vacina. 

Ser mãe é se deslumbrar em ver o filho se revelando em suas características únicas, é observar suas descobertas. 

Sentir sua mãozinha procurando a proteção da sua, o corpinho se aconchegando debaixo dos cobertores. 

É assistir aos avanços, sorrir com as vitórias e ampará-lo nas pequenas derrotas. É ouvir as confidências. 

Ser mãe é ler sobre uma tragédia no jornal e se perguntar: E se tivesse sido meu filho? 

E ante fotos de crianças famintas, se perguntar se pode haver dor maior do que ver um filho morrer de fome. 

Ser mãe é descobrir que se pode amar ainda mais um homem ao vê-lo passar talco, cuidadosamente, no bebê ou ao observá-lo sentado no chão, brincando com o filho. 

É se apaixonar de novo pelo marido, mas por razões que antes de ser mãe consideraria muito pouco românticas. 

É sentir-se invadir de felicidade ante o milagre que é uma criança dando seus primeiros passos, conseguindo expressar toscamente em palavras seus sentimentos, juntando as letras numa frase. 

Ser mãe é se inundar de alegria ao ouvir uma gargalhadinha gostosa, ao ver o filho acertando a bola no gol ou mergulhando corajosamente do trampolim mais alto. 

Ser mãe é descobrir que, por mais sofisticada que se possa ser, por mais elegante, um grito aflito de mamãe a faz derrubar o suflê ou o cristal mais fino, sem a menor hesitação. 

Ser mãe é descobrir que sua vida tem menos valor depois que chega o bebê. 

Que se deseja sacrificar a vida para poupar a do filho, mas ao mesmo tempo deseja viver mais º não para realizar os seus sonhos, mas para ver a criança realizar os dela. 

É ouvir o filho falar da primeira namorada, da primeira decepção e quase morrer de apreensão na primeira vez que ele se aventurar ao volante de um carro. 

É ficar acordada de noite, imaginando mil coisas, até ouvir o barulho da chave na fechadura da porta e os passos do jovem, ecoando portas adentro do lar. 

Finalmente, é se inundar de gratidão por tudo que se recebe e se aprende com o filho, pelo crescimento que ele proporciona, pela alegria profunda que ele dá. 

Ser mãe é aguardar o momento de ser avó, para renovar as etapas da emoção, numa dimensão diferente de doçura e entendimento. 

É estreitar nos braços o filho do filho e descobrir no rostinho minúsculo, os traços maravilhosos do bem mais precioso que lhe foi confiado ao coração: um Espírito imortal vestido nas carnes de seu filho. 

A maternidade é uma dádiva. Ajudar um pequenino a desenvolver-se e a descobrir-se, tornando-se um adulto digno, é responsabilidade que Deus confere ao coração da mulher que se transforma em mãe. 

E toda mulher que se permite ser mãe, da sua ou da carne alheia, descobre que o filho que depende do seu amor e da segurança que ela transmite, é o melhor presente que Deus lhe deu. 

Ser mãe é ser mãe.

Ontem. Hoje.Sempre.

Um grande abraço para todas as mães que exercem o trabalho mais difícil e prazeroso do mundo... ser mãe.

Feliz Dia das Mães!

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O Dia das Mães está se aproximando e você já sabe com o que presenteá-la? Tem que ser algo especial! E que tal, escolher um dos lançamentos da editora Arqueiro e deixar sua mãe super feliz! Tem livros para todos os gostos e gêneros.É só escolher!




















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Oi, eu sou Zilda Peixoto! Comando a Cachola desde 2009. Aqui compartilho um pouquinho sobre meu universo particular: resenhas de livros, séries, filmes, música boa, paixão por plantas, pugs, decoração afetiva, maternidade real e o que mais der na cachola..rs.. Sejam muito bem vindos!!!

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