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Cachola Literária

Uma declaração de amor ao mundo mágico dos livros


Autora número 1 da lista do New York Times retorna com uma história de amor inesquecível entre um aspirante a escritor e sua musa improvável. Fallon conhece Ben, um aspirante a escritor, bem no dia da sua mudança de Los Angeles para Nova York. A química instantânea entre os dois faz com que passem o dia inteiro juntos – a vida atribulada de Fallon se torna uma grande inspiração para o romance que Ben pretende escrever. A mudança de Fallon é inevitável, mas eles prometem se encontrar todo ano, sempre no mesmo dia. Até que Fallon começa a suspeitar que o conto de fadas do qual faz parte pode ser uma fabricação de Ben em nome do enredo perfeito. Será que o relacionamento de Ben com Fallon, e o livro que nasce dele, pode ser considerado uma história de amor mesmo se terminar em corações partidos?

Eis-me aqui, novamente, para declarar todo meu amor por Colleen Hoover. Quando eu pensei que ficaria um tempo longe de seus dramas, eis que me deparo com a oportunidade de ler seu mais recente lançamento. Eu sei, eu sei que um monte de gente já leu esse livro e talvez, eu seja uma das únicas mortais que ainda fico eufórica diante o livro. O fato é que estou ainda sem palavras para definir o quanto eu AMEI essa história. Definitivamente, Colleen Hoover nunca decepciona. Pode acontecer de, uma vez ou outra, ela dar uma exagerada no drama e tal, mas caso isso não aconteça, não estamos falando da mesma autora. Esse é o seu diferencial. Ao mergulharmos em suas histórias temos a certeza que seremos arrastados por fortes emoções e foi exatamente isso que aconteceu assim que iniciei a leitura de Novembro,9.

Eu retiro o que disse há quase dois meses atrás quando conclui a leitura de Talvez Um Dia (confira a resenha aqui). Lembro-me perfeitamente toda a euforia e os sentimentos que o livro provocaram. Agora, estou aqui novamente, com o coração em frangalhos, morrendo de amores pela história de amor de Ben e Fallon.
O engraçado nisso tudo é que toda vez que abro um livro da Colleen eu sei, exatamente, o risco que estou correndo. Por mais que eu conheça seu estilo, ela sempre arruma um jeito de arrancar meu coração. Confesso que não passava pela minha cabeça ler Novembro, 9 tão cedo, pois eu desejava preservar ao máximo as recordações de Talvez Um Dia. Vi muitas opiniões contrárias a respeito do livro, mas resolvi criar coragem para tirar minhas próprias conclusões. Para os fanáticos de CoHo, há quem diga que, esse é o tipo de livro que ou você ama ou você odeia. 


Em Novembro , 9 iremos conhecer a dramática história de Ben e Fallon, sim porque o que não irá faltar nesse livro é drama. Se você é daqueles que curte o gênero e o jeito único de CoHo de narrar histórias do tipo, vem meu querido(a), se joga!

A história inicia-se com Fallon indo ao encontro de seu pai em um restaurante local. Fallon e o pai já não se davam muito bem, mas as coisas ficaram ainda mais difíceis desde que Fallon sofrera o incêndio na casa do pai. O acidente deixara marcas permanentes em Fallon, mas é a sua alma que está desfigurada. Antes do acidente Fallon era uma jovem atriz prodígio. Atuava num programa de tv, era a atriz principal da série. Fallon viu o sonho de ser atriz se desfazer com as chamas que a queimaram e que marcariam para sempre sua vida.

Fallon está decidida a se mudar para Nova York, mas seu pai não apoia tal mudança e isso faz com que Fallon o odeie ainda mais. Fallon não consegue mais viver à sombra do acidente. Ela precisa de mudanças e somente, morando sozinha, longe de todos e tudo que a lembre do incêndio ela será capaz de recomeçar. Entre farpas e muito ressentimento, Fallon continua a atacar o pai até que um carinha com uma aparência um tanto esquisita se aproxima de sua mesa e senta ao seu lado, apresentando-se como seu namorado. 
A situação não poderia ser mais esquisita e constrangedora, já que Fallon quer provar para o pai que ela pode muito ser virar sozinha em Nova York e, principalmente voltar a atuar como antes, por mais que sua baixa autoestima queira lhe dizer o contrário.

Na mesa ao lado Ben começa a prestar atenção no papo de Fallon com o pai. É nesse momento que ele decide que Fallon precisa de sua ajuda. O mais estranho é que eles nunca se viram antes, mas isso não impede que Ben se aproxime e comece a fingir que é namorado de Fallon. A partir daí, Ben começa a bombardear o pai de Fallon com insultos que façam ele enxergar o quanto Fallon é linda e corajosa. Ben consegue colocar o pai de Fallon no seu devido lugar e, Fallon não consegue acreditar que alguém tenha conseguido enxergá-la além das cicatrizes. 

Após o encontro no restaurante Fallon têm pouco tempo para fazer as malas e seguir um novo rumo na vida. Nesse curto espaço de tempo existe Ben, um carinha com a aparência um tanto desleixada, mas nem por isso menos atraente, que lhe defende dos comentários maldosos e sem noção do pai. Fallon toma a atitude mais sensata de todas: decide passar as poucas horas que lhe restam ao lado de um desconhecido; digo, Ben.

A atração entre Fallon e Ben é notória, mas não há nada que ambos possam fazer a respeito. Fallon está de partida e Ben não sabe nada a seu respeito. O fato é que Fallon nunca havia sentido nada parecido, assim como Ben, jamais imaginara se colocar em tal situação. Sem saber como lidar com tantos sentimentos, ambos decidem firmar o compromisso de se encontrarem ao longo de cinco anos, sempre no dia 9 de novembro, até ambos completarem 23 anos. Fallon e Ben têm apenas um dia para recordar o que ambos sentiram. Mas a pergunta que não quer calar: será que isso funcionaria? 

Essa foi a primeira coisa que passou pela minha cabeça. Será que CoHo daria conta? Bem, nunca duvide do poder dessa mulher. CoHo é capaz de tudo, até mesmo de criar uma história repleta de clichês e torná-la algo totalmente surpreendente. Uma das coisas que mais me chamou a atenção foi justamente a construção do relacionamento de Fallon e Ben. Vamos acompanhando o crescimento de cada personagem e a evolução de cada um na trama. Dessa vez, o leitor vai ter que ter um pouco mais de paciência porque CoHo foi bem comedida nos amassos e afins. Os capítulos irão se alternando entre as narrativas de Ben e Fallon e assim conseguimos nos sentir mais próximos de cada um. 

Ben e Fallon voltam todo ano, na mesma data, no mesmo restaurante, para reafirmarem o compromisso de se reencontrar. Fallon desafiou Ben a escrever um livro contando a história dos dois; já Ben, propôs a Fallon que ela deveria cumprir três metas assim que chegasse a Nova York. Assim vamos nos apegando aos personagens e começamos a entender o que verdadeiramente os une. Deixo agora, o aviso de que estamos falando de CoHo, daí pra frente: é tiro, porrada e bomba, tudo de uma vez só, pra acabar de vez com o nosso coração. Mas quanto drama, meu Deus do céu! Se não tiver sofrimento, revelações bombásticas, dilemas e situações complexas não estaríamos lendo um livro de Colleen Hoover.

A única coisa que me incomodou foi o título do livro, aliás, a sua inversão na verdade. Em relação à capa eu não tenho o que falar. A ilustração faz jus à proposta e corresponde fidedignamente ao enredo. Boa revisão e diagramação primorosa.

A inserção da música é outro ponto forte da autora. Aqui, seu significado é bem poético. Não temos playlist, mas a forma como a autora a inseriu foi de uma sensibilidade extrema, uma de suas características mais marcantes. Fallon é uma personagem adorável. Ainda que inicialmente ela pareça insegura, mas convenhamos que ela passou por um momento terrível. Ben é maravilhoso, assim como todos os personagens masculinos criados pela autora. E o melhor: ele é escritor. Têm carreira mais fofa, linda, inspiradora? Gostei muito da forma como CoHo o desenvolveu. Seu jeito doce, sensível, bem humorado, a maneira como ele encoraja Fallon e a incentiva. Nem senti falta dos bad boys que eu tanto amo. Só mesmo CoHo pra fazer a minha cabeça. A melhor autora do gênero. Eu já falei isso? Acho que sim, pelo menos umas mil vezes.

Novembro, 9 me cativou já nos primeiros parágrafos. Eu tinha certeza que seria algo surpreendente, perfeito e foi exatamente isso que encontrei ao longo das páginas. Colleen Hoover é a minha autora favorita pois sabe criar histórias emocionantes, que nos cativam imediatamente e que nos faz refletir como o amor pode transformar seres humanos em pessoas melhores. Suas histórias sempre transmitem força e superação.

Quero terminar essa resenha dizendo que esse é o meu favorito da autora, até que ela surja com um novo lançamento..rs. Até porque não dá pra afirmar que exista apenas um favorito entre tantos livros. Que venha o próximo, porque o ano só começa de verdade, quando temos livro novo da Colleen Hoover na livraria.



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FICHA TÉCNICA
Título: Novembro, 9
Título Original: November 9
Autora: Colleen Hoover
Editora: Galera Record
Páginas: 352
Ano: 2016
Comprar: Saraiva // Amazon

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Sydney acabou de completar 22 anos e já fez algo inédito em sua vida: socou a cara da ex- melhor amiga. Até hoje, ela não podia reclamar da vida. Um namorado atencioso, uma melhor amiga com quem dividia o apartamento... Tudo bem, até Sydney descobrir que as duas pessoas em quem mais confiava se pegavam quando ela não estava por perto. Até que foi um soco merecido. Sydney encontra abrigo na casa de Ridge. Um músico cujo talento ela vinha admirando há um tempo. Juntos, os dois descobrem um entrosamento fora do comum para compor e uma atração que só cresce com o tempo. O problema é que Ridge tem uma namorada, e a última coisa que Sydney precisa agora é se transformar numa traidora.



Meu Deus! Que livro é esse? Sei que corro o risco de ser redundante, mas dessa vez Colleen Hoover acabou com meu coração deixando-o em pedaços. Sei que não estamos falando de nenhum lançamento, apesar de parecer que todos os dias essa mulher publica um livro porque pelo amor de Deus ela consegue se superar a cada livro lançado. Eu até fiquei bem curiosa para ler o seu último lançamento – 9 de Novembro, mas confesso que mudei de ideia depois de ver pela internet o povo todo alvoraçado por Talvez Um Dia. E como diz o ditado: A voz do povo é a voz de Deus. CoHo foi impiedosa, malvada, me torturando até a última página. Fiquei completamente encantada por essa história e posso dizer que até o momento é a minha favorita e, olha que já li alguns livros da autora mas, nenhum foi tão comovente como este.

Quem conhece CoHo sabe que a mulher não poupa no drama para deixar seus leitores completamente devastados e, no caso do livro em questão, acho que ela até exagerou um pouco. Meu Deus! É muita tensão, agonia, sofrimento. É uma contradição de sentimentos tão angustiante que você não sabe de que lado ficar e se, na verdade existe algum lado certo ou errado da história. O fato é que você toma partido mesmo sem querer porque não tem outro jeito. A cada capítulo vamos nos envolver com uma história dramática de dois jovens que estão acostumados com seus respectivos relacionamentos, até o dia que um deles têm sua vida virada de ponta-cabeça. Isso faz com que ambos se aproximem para travar uma intensa luta contra o desejo de estarem juntos.

O livro é narrado alternadamente pelos dois personagens principais: Rigde e Sydney. Dessa forma podemos acompanhar a perspectiva de cada um no decorrer da leitura. Ridge e Sydney são vizinhos de prédio, mas nunca trocaram uma palavra entre si. A única interação e, a mais forte de todas, é a conexão que ambos têm com a música.

Todas as noites Sydney senta na varanda de seu apartamento para assistir Ridge tocar violão. Ao observá-lo Sydney nota que Ridge têm algo especial. Ela sente que algo lhe incomoda, sem compreender direito seus sentimentos. O fato é que Sydney namora Hunter há mais de dois anos,ainda que não consiga enxergar um futuro ao seu lado, por mais que ele se faça presente. Sydney têm uma vida simples e até bem monótona. Divide seu tempo entre a faculdade e o trabalho de meio período na biblioteca do campus. 

Na noite do seu 22º aniversário é que o caos chega sem avisar. Sydney descobre que Hunter está lhe traindo com sua melhor amiga. Por mais que aquilo lhe causasse tamanha estranheza Sydney não consegue acreditar na situação. Quem acaba abrindo seus olhos é exatamente Ridge que todas as noites vê Hunter e Tori se pegarem todas as vezes que Sydney se ausenta. Tudo parece conspirar contra Sydney, pois além de ser traída pelo namorado e pela melhor amiga, ela ainda perde seu emprego na biblioteca. Sem ter pra onde ir Sydney saí desesperada e quem lhe dá abrigo é justamente o vizinho que ela tanto admira.

Ridge mora com seu melhor amigo Warren que conhece desde a adolescência e, Bridgette, uma mulher estressada que passa o tempo todo gritando com as pessoas. Parece um apartamento de loucos. Ele e o irmão Brennan fazem parte da banda Sounds of Cedar. O irmão é cantor e Ridge o compositor, que no momento está passando por um bloqueio criativo. E a chegada de Sydney vem a calhar porque Ridge descobre que ela também compõem. O único problema é que nem Sydney nem Ridge imaginavam que essa aproximação poderiam lhe acarretar tantos problemas. Sydney sente uma forte atração por Ridge, mas não sabe como lidar com toda a situação já que ela e o ex acabaram de terminar o relacionamento. Já Ridge namora Maggie há cinco anos e nunca imaginou que pudesse se apaixonar por outra pessoa. A vida de Ridge é cuidar de Maggie e protegê-la de todas as maneiras. 

Maggie é uma garota linda, adorável, super gente boa. Todos a adoram, tornando as coisas ainda mais difíceis. Ridge sonha em viver ao lado de Maggie, mas ela não cede aos seus desejos pois, o que ela realmente precisa é de liberdade. Ser independente é o que Maggie mais almeja pra sua vida.

Sydney e Ridge passam a compor juntos e o espaço entre eles, físico e emocional vão se estreitando cada vez mais. A música é o elo que os une e fará com que ambos vivenciem momentos de intensa ternura e profundidade. Ao longo da narrativa vamos descobrindo um pouco do passado cheio de mágoas e traumas de Ridge que o torna tão especial.

Por outro lado sofremos com tudo que Sydney têm que enfrentar para frear o desejo de se entregar à paixão que vem nutrindo por Ridge. Uma das coisas mais belas do livro é poder acompanhar o crescimento desse amor. Nada brota de um desejo súbito, do sexo propriamente dito. É a construção da amizade, da confiança que torna tudo tão profundo. Ridge é um ser humano ímpar, correto, justo, leal, o "príncipe" que todo mundo deseja ter na vida. Aliás, se existe alguém que saiba construir personagens dessa forma essa pessoa é CoHo. Ela deixa todo mundo pirado com tanta entrega e devoção de seus personagens. E o drama apresentado é necessário, sempre, na maioria das vezes para tornar a narrativa mais crível, palpável; assim o leitor consegue conectar-se facilmente com a narrativa.

"Entretanto, aprendi que não podemos dizer ao coração quando, quem ou como amar. O coração só faz o que quer. A única coisa que podemos controlar é se escolhemos nos dar a chance de deixar nossa vida e mente alcançarem nosso coração."

Sabe aquele sorriso bobo que fica estampado na cara quando a gente lê alguma coisa que nos toca tão profundamente? Então, foi exatamente assim que fiquei durante a leitura, suspirando a cada parágrafo, me debulhando em lágrimas a cada revelação. Eu nunca imaginei me deparar com uma história tão comovente. A sensibilidade de CoHo é nata, o talento para criar histórias dramáticas cheias de mensagens inspiradoras faz com que a gente queira viver aquela história. 

O livro nos mostra a importância de vivermos uma vida intensamente. Ensina-nos a lidar com os percalços da vida com determinação. Perceberemos que há uma grande diferença entre viver intensamente ou apenas existir. Confesso que fiquei muito dividida. Ora eu desejava que Maggie não existisse na vida de Ridge para que ele e Sydney pudessem viver o seu amor, mas ao mesmo tempo acabava entendendo a decisão de Ridge. Essa é uma das grandes questões do livro: o apelo moral, aquilo que julgamos como certo ou errado. Quando devemos nos deixar levar pelos impulsos? Quem ouvir primeiro: a razão ou a emoção? O comprometimento e lealdade de Ridge nos mostra isso o tempo todo permitindo-nos refletir sobre o assunto.

De todas as histórias que li da autora essa foi a mais bela, a mais delicada, a mais completa. CoHo destaca a descoberta do amor através de uma amizade, o desejo proibido dá lugar a admiração, ao respeito. É claro que a atração física e a química entre os personagens dá aquele toque especial à narrativa, mas nesse caso, ela é mera coadjuvante. Destaque para a descoberta e troca de sentimentos através de uma simples batida do coração, uma troca de olhar que revela muito mais do que palavras, o som da respiração, tudo tem uma conotação diferente.

Quando decidi optar por essa leitura, a primeira coisa que me veio à mente foi que se tratava de um livro sobre música. Já imaginava que seria um dos favoritos só por incluir o tema, mas nunca imaginei que pudesse viver uma experiência tão diferente. Foi mágico ler cada trecho do livro acompanhada de uma canção composta exclusivamente para a trama. Consegui me conectar ainda mais à Ridge, pude “sentir” cada vibração, cada som. Sei, parece loucura, mas foi uma sensação indescritível.
Colleen Hoover fez uma parceria que deu muito certo com o cantor e compositor  Griffin Peterson que compôs as canções que acompanhamos ao longo de toda a narrativa. Leia o livro acompanhado da playlist. Deixe sua imaginação fluir, permita-se viver essa experiência. Para ouvir as canções clique aqui .

Esse é mais um daqueles livros que a gente passa muito tempo falando a respeito, que recomenda pra todos, que dá vontade de dar um exemplar pra cada pessoa. Ninguém sai ileso depois dessa leitura. Colleen Hoover , mais uma vez, prova que é uma das melhores autoras do gênero. Não há o que pontuar de negativo, a não ser que você não tenha uma estrutura capaz de suportar tanto sofrimento. Mas vale a pena. Você sabe que ela sempre nos reserva algo de bom, algo mágico; aquela mensagem que o amor verdadeiro tudo pode superar. Mas nem só de drama vive um bom romance não é mesmo? CoHo também nos diverte com diálogos hilários normalmente protagonizados por Warren e Sydney. 

Eu não me canso de repetir o quanto Colleen Hoover é magnífica, soberana, fodástica. Sempre nos presenteando com histórias profundamente tocantes. Corri para o Skoob e favoritei o livro antes mesmo de terminá-lo, lá pela metade do livro pra vocês terem uma noção da magnitude dessa obra. 

Talvez Um Dia é um livro que vai tocar fundo no seu coração que irá abalar todas suas estruturas. Pode preparar a caixinha de lenços. Ah, não esquece de separar uma boa quantidade de post-its, muitos por sinal, pois certamente você ficará louco com tantos trechos para marcar; todos memoráveis e inesquecíveis.
O segundo livro irá contar a história de amor de Warren e Bridgette, ou seja, podem aguardar fortes emoções.

[...] os sentimentos são a única coisa em nossas vidas que nós não temos absolutamente nenhum controle.


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Título: Talvez Um Dia
Série: Maybe #1
Autora: Colleen Hoover
Editora: Galera Record
Ano: 2016
Páginas: 368
Onde comprar: Saraiva Amazon



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Os fãs de Colleen Hoover já podem começar a roer unhas e sonhar com mais um livro repleto de fortes emoções porque em fevereiro tem lançamento chegando nas livrarias em parceria com Tarryn Fisher.
A editora Galera Record divulgou em suas redes sociais a capa do livro "Nunca Jamais". 

Colleen Hoover já é conhecida por grandes sucessos como "Métrica", "Um caso perdido" e o mais recente "O Lado Feio do Amor". 

Eu AMO essa mulher e já li praticamente quase todos os livros lançados aqui no Brasil. Estou muito ansiosa por esse próximo lançamento e tenho certeza que não sou a única que está contando os dias para esse grande dia.

Dá só uma olhadinha na capa e sinopse.


Charlize Wynwood e Silas Nash são melhores amigos desde pequenos. Mas, agora, são completos estranhos. O primeiro beijo, a primeira briga, o momento em que se apaixonaram... Toda recordação desapareceu. E nenhum dos dois tem ideia do que aconteceu e em quem podem confiar.
Charlize e Silas precisam trabalhar juntos para descobrir a verdade sobre o que aconteceu com eles e o porquê. Mas, quanto mais eles aprendem sobre quem eram, mais questionam o motivo pelo qual se juntaram no passado.
 

E aí, curtiu? Já leu algum livro da autora? Qual é o seu favorito? Conta pra gente!
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Cadê os fãs enlouquecidos de Colleen Hoover? Todos presentes? 

Pausa para desacelerar o coração! A editora Galera Record acaba de confirmar a presença da escritora norte-americana Colleen Hoover para a Bienal Do Livro Rio.

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Às vezes, descobrir a verdade pode te deixar com menos esperança do que acreditar em mentiras...
Em seu último ano de escola, Sky conhece Dean Holder, um rapaz com uma reputação capaz de rivalizar com a dela. Em um único encontro, ele conseguiu amedrontá-la e cativá-la.
E algo nele faz com que memórias de seu passado conturbado comecem a voltar, mesmo depois de todo o trabalho que teve para enterrá-las. Mas o misterioso Holder também tem sua parcela de segredos e quando eles são revelados, a vida de Sky muda drasticamente.


Neste exato momento estou me sentindo uma completa idiota, tipo aquelas adolescentes que soltam grunhidos estranhos e que ficam suspirando pelos cantos após seu primeiro beijo. É constrangedor eu sei, mas é exatamente assim que me sinto após o término da leitura de “Um caso perdido”. E o mais estranho nisso tudo é que gosto de me sentir assim. Quem já se apaixonou perdidamente por um personagem sabe muito bem do que estou falando. Maldita Colleen Hoover! Não sei se amaldiçoo por me deixar tão entorpecida ou se devo agradecê-la por me proporcionar momentos tão intensos na companhia de Sky e Holder. 

Após o sucesso de Métrica Colleen retorna majestosamente com um romance de tirar o fôlego. Perfeito. Intenso. Inigualável. Se você ainda não encontrou nenhum livro do gênero new adult que lhe agradasse por diferentes motivos, já que muitos surgiram copiando a mesma fórmula, experimente começar por este para saber exatamente o que é um romance new adult bem escrito e desenvolvido. Sem problemáticas estapafúrdias e inconsistentes protagonizada por jovens desajustados, muita pegação e pouco conteúdo, ou seja, tudo que estamos acostumados a ver por aí. Colleen tem um talento nato em criar personagens apaixonantes, perfeitos no que diz respeito a situações reais. 

Confesso que fiquei meio com um pé atrás assim que soube que a autora iria lançar mais um livro do gênero. Quando li Pausa descobri um mundo novo com Colleen e o fascínio pela escrita da autora foi instantâneo. Will – o personagem principal de Métrica e Pausa – é tão apaixonante quanto Holder, porém o cavalheirismo exacerbado de Will me irritou bastante. Não que os personagens românticos não me atraíam, até porque seria totalmente incoerente da minha parte não gostar desse tipo de personagem já que me intitulo uma romântica incorrigível. 

O fato é que esperei mais atitude de Will e me senti frustrada. Apesar dessa pequena discórdia eu sabia bem lá no fundo que Colleen Hoover não iria me decepcionar. E de fato, ela não decepcionou. Holder é perfeito! Temperamental como todo personagem deste tipo de narrativa tem de ser. Sensível, delicado, romântico na medida certa. Nada que pareça piegas demais. E a mocinha tem que despertar em nós o que há de mais avassalador. Nada de puritanismo e fragilidade. Tem que saber o que quer desde o início e Sky é exatamente assim. Ousada, engraçada, cativante, descolada. 

Ainda estou me perguntando como Colleen Hoover é capaz de criar personagens tão apaixonantes? Quem segue o blog pelas redes sociais pode acompanhar minha euforia desde que recebi o livro. A capa é linda e já faz com que você o deseje mais do que tudo. E quem teve a oportunidade de conhecer a escrita de Colleen Hoover imagina o que ela pode aprontar. 

Em Um Caso Perdido somos apresentados a Sky, uma jovem de 17 anos bem atípica. Em pleno século XXI, Sky não tem nenhum contato com o mundo virtual. Eu disse nenhum. Sua mãe adotiva acredita que a tecnologia é responsável pela destruição do mundo não permitindo a Sky nenhum contato com o mundo virtual. Aliás, nem Tv elas assistem. Nada de seriados, noticiários, filmes. Surreal, né? Mas Sky acabou se acostumando ao longo dos anos com a rigidez de sua criação encontrando nos livros uma saída para sua exclusão virtual e digital. 

A vida de Sky não é tão ruim quanto parece graças à existência de Six, sua melhor amiga com quem protagoniza momentos de extrema loucura. Sky e Six costumam frequentar o quarto uma da outra de uma maneira um tanto peculiar. É através da janela do quarto que ambas costumam convidar rapazes para frequentar suas dependências. É óbvio que com essa atitude, tanto Sky quanto Six não conseguiram outra coisa senão uma fama de vagabundas. 

Apesar da fama Sky não a corresponde como todos esperam. Entre um amasso e outro, Sky na verdade é uma garota que se acostumou a não demonstrar nenhuma emoção em seus relacionamentos,pois ela sente a necessidade de estar com alguém sem que haja nenhuma conexão. O único prazer é comparar seus relacionamentos frustrados após um saboroso pote de sorvete, pois seus relacionamentos são comparados aos sabores experimentados. 
No início achei que o comportamento de Sky poderia ser algo relacionado à frigidez, mas com o decorrer do tempo fui conseguindo compreendê-la. 

O que Sky mais deseja é poder frequentar a escola como qualquer jovem normal. Mas sua mãe é totalmente contra. Porém Sky é uma garota muito determinada e consegue convencê-la. Apesar de nunca ter frequentado uma escola, pois sua educação fora totalmente exercida no lar, Sky sabe os dissabores que terá de enfrentar numa escola pública. Com a fama de “garota fácil” Sky terá de enfrentar o que há de pior numa escola: a perseguição e o julgamento dos mais diversos tipos. 

A ambientação é sempre a mesma: a escola pública representa um lugar hostil aonde pessoas perversas ditam as regras. Mas como tudo na vida existe o lado bom, eis que Sky encontrará um motivo para seguir adiante. É nesse ambiente hostil e perverso que nossa mocinha conhecerá Breckin – o seu melhor amigo gay de todos e, claro – o magnânimo Dean Holder – o garoto confuso e temperamental mais gostoso que já conhecera. 


Assim como nos demais livros do gênero Sky e Holder sentem uma forte atração e não sabem como lidar com a situação. Mas o que há de novo nisso? A conexão entre eles. Os diálogos protagonizados por ambos são os melhores. Colleen Hoover sabe articulá-los como poucos. Vibramos a cada frase. Sentimos aquela sensação perturbadora a cada confronto. Desejamos adentrar na narrativa. Interagimos como se fossemos os próprios personagens. E o resultado disso tudo é um só: ficamos completamente aturdidos com sua narrativa. 
Até agora não consegui me desprender do livro. Six, Sky, Breckin, Holder são personagens perfeitos. A trama que os envolve é bem desenvolvida. O segredo que Holder esconde consegue se manter firme e coerente até o momento certo. Acompanhamos toda a agonia do personagem e ficamos completamente entorpecidos diante sua revelação. 

Um Caso Perdido é um livro repleto de sentimentos. A união de Sky e Holder é a prova de que, não apenas os opostos se atraem, mas que os afins também se completam. Todos os personagens da trama enfrentam o preconceito de alguma forma. Sky e Six carregam a fama de vagabundas, Breckin além de mórmon é gay; Holder carrega a fama de agressivo após ter surrado um garoto na escola. Cada um reage à sua maneira contornando a situação da melhor forma possível. 

Os relacionamentos e todos os dilemas enfrentados pelos personagens justificam o sucesso dessa autora. Colleen não fica engabelando o leitor, mas também não é daquelas que parte o bolo e acaba logo com a festa. Se você é daqueles que vibra com uma narrativa envolvente, que enaltece os detalhes sem perder o foco principal possivelmente irá se identificar com a narrativa de Colleen. 
Narrado em primeira pessoa vamos acompanhado a história sob perspectiva de Sky. A apresentação dos capítulos é um ponto importante a destacar. Eles são narrados um dia por vez para que possamos entender o que Sky sente em relação aos acontecimentos. 




Um Caso Perdido é aquele tipo de livro que você não consegue largar nenhum minuto sequer. Daqueles que você carrega para todo lugar. Imagine a situação: uma pessoa há horas numa fila gigantesca no supermercado soltando longos e constrangidos suspiros tendo que conter sorrisinhos tortos que persistem em denunciá-la. O que ela tem em mãos? Um livro. O que está lendo? Um Caso Perdido. Quem é essa pessoa? Adivinhem? Quem já passou por tal constrangimento e nem sequer ligou para os olhares furtivos sabe muito bem do que estou falando. 

Colleen Hoover mais uma vez conquista meu coração e, dessa vez, merece ocupar uma cobertura porque por mais que eu escreva, jamais conseguirei exprimir a perfeição do seu trabalho. A autora nos presenteou com uma linda história de amor e que possivelmente irá figurar entre um dos melhores livros do gênero. 
Colleen tem como característica abordar temas familiares complexos e neste livro não foi diferente. O dilema enfrentado por Sky é devastador causando no leitor um impacto imediato. Cheguei a pausar a leitura por um determinado momento somente para conseguir digerir tais informações e ganhar mais fôlego. Um Caso Perdido não é mais um livro do gênero tampouco um livro sobre um relacionamento amoroso conturbado. A autora conseguiu inserir um assunto muito sério e polêmico dentro de uma narrativa cujo formato já foi demasiadamente explorado. Por esse motivo Colleen se destaca tão facilmente. Ela é capaz de construir uma narrativa sólida de forma envolvente sem deixar a desejar em nenhum quesito.

Colleen é capaz de despertar em nós diferentes sensações. Ela consegue ganhar nossa confiança fazendo que nos entreguemos de corpo e alma a sua narrativa, cativando-nos com sua escrita como se estivéssemos anestesiados. Vamos acompanhando a trajetória conturbada do casal até chegarmos ao apogeu da narrativa quando Colleen simplesmente resolve nos dar um susto, transformando o esperado "final feliz" em algo totalmente contrário ao que esperávamos. As peças que ficaram soltas ao longo da narrativa vão se encaixando perfeitamente até a conclusão da história. Por mais que o livro seja o primeiro de uma trilogia a autora consegue terminá-lo sem que haja pontas para uma possível continuação. Na verdade, esse já é um estilo adotado pela autora em seus livros. Com certeza, ela não terá dificuldade alguma em descobrir uma maneira de dar continuidade a série. 

Se você assim como eu não perde um lançamento do gênero e está sempre à procura de bons livros não deixe de ler Um Caso Perdido. Pode criar expectativas porque todas serão correspondidas. É começar a leitura desde já e só parar quando não houver mais uma página sequer. É pra se entregar e se esbaldar. Não há outro jeito. 
Um Caso Perdido vai para o topo dos favoritos.

Colleen Hoover é autora da trilogia New Adult Slammed. Os dois primeiros volumes Métrica e Pausa também foram publicados pela editora Galera Record e, o terceiro volume tem previsão de lançamento para o segundo semestre. Um Caso Perdido é o primeiro livro da série Hopeless. O Grupo Editorial Record disponibilizou um conteúdo exclusivo em sua página no Facebook. Lá você poderá baixar cards com quotes do livro e imprimir o marcador, além de baixar o primeiro capítulo. Vale a pena conferir!


Título: Um Caso Perdido
Série: Hopeless - Livro 01
Autor(a): Colleen Hoover
Editora: Galera Record
Gênero: Literatura Estrangeira / Romance
Número de Páginas: 383
Skoob


*Os quotes selecionados fazem parte do conteúdo exclusivo disponibilizado pela editora.

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Oi, eu sou Zilda Peixoto! Comando a Cachola desde 2009. Aqui compartilho um pouquinho sobre meu universo particular: resenhas de livros, séries, filmes, música boa, paixão por plantas, pugs, decoração afetiva, maternidade real e o que mais der na cachola..rs.. Sejam muito bem vindos!!!

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