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Cachola Literária

Uma declaração de amor ao mundo mágico dos livros


Talentoso, inteligente e festeiro, Dean Di Laurentis sempre consegue o que quer. Sexo, notas altas, sexo, reconhecimento, sexo… É sem dúvida um galanteador de primeira, e ainda está para encontrar uma mulher imune ao seu charme descontraído e seu jeito alegre de encarar a vida. Isto é, até ele se envolver com Allie Hayes. Em uma única noite, essa jovem atriz cheia de personalidade virou o mundo de Dean de cabeça para baixo. E agora ela quer que eles sejam apenas amigos? Dean adora um desafio, e não vai medir esforços para convencer essa mulher tão linda quanto teimosa de que uma vez não é suficiente. Mas o que começa como um simples jogo de sedução logo se torna a experiência mais incrível e surpreendente de sua vida. Afinal, quem disse que sexo, amizade e amor não podem andar de mãos dadas?


Não sei nem por onde começar. Minha mente está tão dispersa, meu coração palpitando freneticamente, minhas ideias completamente embaralhadas, tudo isso causado por Dean Di Laurentis, atualmente o dono do meu coração e da minha imaginação fértil e pervertida...hahaha. Gente, vou logo avisando que vai ser bem difícil ser imparcial durante essa resenha porque Dean tomou posse da minha razão e nesse momento estou sendo totalmente levada pela emoção. 

Quem me segue nas redes sociais, principalmente pelo Instagram (@zildapeixoto - segue lá!) sabe que a cada trecho lido, a cada reviravolta eu corria pra fazer um stories para compartilhar minhas emoções. Foi uma leitura I-N-C-R-Í-V-E-L e por conta disso merece caps look. 

Acompanho a série desde o lançamento e toda a vez que a editora Paralela anunciava o lançamento do próximo volume eu simplesmente surtava. E não foi diferente com O Jogo. Eu sabia, aliás tinha certeza, que Elle Kennedy, diva lacradora, não iria me decepcionar. Mas confesso que jamais passou pela minha cabeça gostar, mas gostar TANTO desse livro. 


Quem curte a série sabe que a autora tem um estilo muito simples de escrever e segue mais ou menos uma linha que opta sempre pela leveza, simplicidade e doses generosas de sexo, mas meus queridos, dessa vez ela se superou. Sabe aquela história "fulana deu um chá de..." Então, só não posso ser mais objetiva porque é censurado para menores de dezoito anos. O Jogo é sem sombra de dúvida, o livro mais hot da série e quando eu digo hot, lindinhos é algo parecido como brasa na fogueira. Eu amei, do início ao fim e  nunca desejei tanto estar na pele de uma personagem. Allie Hayes é de longe, a protagonista mais sortuda e bem servida dessa série...hahaha..a louca pervertida. 
Não me levem a mal, mas é que fica difícil não soltar algumas piadinhas ridículas ao longo dessa resenha. Durante a leitura, pra vocês terem noção eu babei, literalmente. Um sorriso escancarado na boca dava pistas de que o conteúdo era intenso, de dar água na boca. Mas fiquem tranquilos, vou tentar não babar em vocês, ok?

Como nos demais livros iremos conhecer a história de um casal, aqui protagonizados por Allie e Dean. E como é de se esperar, ambos não tem absolutamente nada em comum, a não ser a atração forte que sentem um pelo outro. 
Allie é uma jovem que sempre gostou de relacionamentos. Allie namora Sean há quase três anos. Mas o namoro com Sean vai de mal a pior. Sean não apoia os planos de Allie de ser atriz, mas Allie não aguenta mais as constantes brigas com o namorado. Durante uma dessas brigas Allie decide se afastar e acaba terminando o namoro. Obviamente Sean não aceita numa boa e passa atormentá-la. Sentindo-se acuada, triste e perdida Allie pede ajuda a sua melhor amiga Hannah (namorada de Garrett, casal que protagonizou O Acordo, primeiro livro da série).

A solução encontrada por Hannah e Garrett é que Allie se hospede na casa de Garrett pelo próximo fim de semana, já que Garrett e Hannah farão uma viagem ao lado de Logan e Grace (casal protagonista de O Erro, segundo volume da série). O problema é que Dean Di Laurentis está em casa e não tem conhecimento da ideia dos amigos. Pois bem, o primeiro encontro de Allie com Dean é chocante. Ao chegar na casa Allie acaba atrapalhando a festinha particular que Dean está promovendo com suas duas amiguinhas. O cara está no meio de um ménage-à-trois. Wow!!! Dean fica irritadíssimo, mas não tem o que fazer a não ser receber Allie. 

Garrett e Hannah o instruem a cuidar de Allie durante o fim de semana. Ele tem a responsabilidade de manter Allie longe do celular já que Sean fará de tudo para persuadi-la e Allie sabe muito bem que ela sempre acaba cedendo.

Dean é o cara mais mulherengo e safado de toda a turma, o mais sem vergonha de todos. Dean é o mais lindo também. O cara namorou uma única vez e depois disso nunca mais se relacionou seriamente com ninguém. O seu lema é viver o presente, curtir a vida e transar muito. Eu disse muito? 

Como é de se esperar Allie e Dean acabam ficando juntos na primeira noite em que Allie está hospedada na casa dos meninos. Apesar da noite de sexo selvagem Allie fica chocada com a rapidez com que tenha cedido aos encantos de Dean. Mas Allie estava bêbada, acabou se deixando levar pela dor de cotovelo, e claro, pelo tesão provocado pelo deus do sexo. Dean nunca implorou para ficar com nenhuma mulher, mas com Allie as coisas acabam sendo diferentes. Dean fica meio que obcecado com Allie e vai fazer de tudo para tê-la novamente. O problema é que Allie gosta de relacionamentos, nunca foi uma garota de sexo casual e ela sabe muito bem que Dean não faz o papel de namoradinho; ou seja, Dean terá de provar que ele pode oferecer muito mais que uma boa noite de sexo.

Bem, meus amigos e amigas, eu já ficaria satisfeitíssima com uma noite de sexo com Dean, porque sou dessas, facinha, facinha. Que namorar o caramba! Ter um homem com H e P maiúsculo na cama é para poucas. Agora é sério, gente. Eu amei completamente esse livro. Sempre dizia que não haveria ninguém que superaria Garrett, mas Dean superou e de lavada. Gosto de sem-vergonhice em excesso e romantismo na medida certa e, isso somente Dean Di Laurentis é capaz de oferecer. 
Garrett é lindo, dócil e maravilhoso. Já Logan é fofo e romântico, mas Dean é PERFEITO. É sem vergonha, sensível, sem vergonha, leal, sem vergonha, justo, sem vergonha, inteligente. Eu disse sem vergonha? Mas ôh Zilda! Por que você faz tanta questão de enfatizar que Dean é sem vergonha e qual é graça disso tudo? Bem, a primeira coisa que faz de Allie e Dean, o casal mais legal e perfeito dessa série é justamente a falta de pudor desses personagens.

Allie é tão sem vergonha quanto Dean. É muito bom quando encontramos personagens femininas que dão a cara à tapa, que não tem vergonha da sua sexualidade. Allie domina seus desejos, não faz o papel de carola, mas nem por isso deixe Dean dominá-la. Tem muita gente que acha que é perversão gratuita, que a mulher não pode servir de objeto de desejo e por aí vai. Mas eu discordo. Acredito que precisamos nos reconhecer no personagem. Estamos falando de liberdade sexual, de mulheres que lutam pelo seu lugar no mundo, que lutam por seus objetivos. Elle Kennedy é diva mestra no assunto. Suas protagonistas são sempre fortes, determinadas, inteligentes, lindas, mas a beleza nunca é fator determinante. 

Allie é uma personagem guerreira. Ela corre atrás do sonho de ser atriz e não deixa namorado nenhum lhe dizer o que fazer com sua vida. O sexo com Dean é incrível claro, mas ela também não esmorece. Ela é forte, alegre, determinada e tão safada quanto Dean. Eu diria até mais, sinceramente. Ri horrores de algumas cenas na qual é ela quem dá as cartas.

Dean é um cara íntegro, muito inteligente, bom caráter. Normalmente esperamos sempre um babaca, mas não é esse o caso. Não tem como não se apaixonar pelo cara. Dean tinha tudo para ser um mauricinho idiota e arrogante, mas ele é exatamente o oposto. Todas as mulheres do planeta Terra e dos outros planetas também, gostaria de estar no lugar de Allie, acredite!


As histórias de Elle são sempre leves, divertidas, com uma pitada bem leve de drama, nada muito dramático porque o foco é sempre o crescimento e amadurecimento dos personagens. Elle Kennedy gosta de contar histórias simples protagonizadas por atletas jovens, que estão no auge de suas vidas acadêmicas. Cada atleta possui uma personalidade marcante. De todos, Dean foi o único que me causou certo medo porque lá atrás em O Acordo ele já deixava no ar que seria o mais rebelde de todos. O acerto foi criar uma personagem tão desinibida quanto Allie, talvez, se ela não tivesse tamanha presença, esse livro certamente estaria fadado ao fracasso. Agradeço imensamente à autora por não criar uma protagonista virgem. Pelo amor de Deus, já deu né gente. 

Normalmente nesse tipo de livro é sempre o personagem masculino que se destaca, mas nesse caso eu diria que foi Allie quem dominou a narrativa. Outro ponto forte foi a participação de personagens dos demais livros na história. Foi muito legal lembrar de cada um isoladamente e também como casal. Garrett e Hannah são os que mais dão as caras, Logan e Grace também colaboram para o dinamismo da narrativa. A participação de alguns personagens secundários como o pai de Allie, a irmã mais nova de Dean e, Beau, um dos melhores amigos de Dean também foram importantíssimas. 

Já falei diversas vezes o quanto aprecio histórias cujo relacionamentos são construídos através da amizade. É gostoso acompanhar a maneira como eles vão se conhecendo e se tornando íntimos. Tem muito sexo, é obvio, pois não estaríamos falando de Dean, mas o livro explora outros assuntos além disso. Conhecemos o núcleo familiar de cada um, notamos a relação de amor e afeto com seus familiares, além do companheirismo com os amigos. São histórias comuns como deveriam ser, sem complexidade, somente jovens universitários aprendendo a lidar com os prazeres e as obrigações da vida adulta.

Elle Kennedy nos apresenta uma história muito divertida sobre duas pessoas que encaram os relacionamentos de uma forma muito diferente. Allie e Dean são apaixonantes, carismáticos, divertidos e adoráveis. O Jogo é um livro que vai te deixar com a boca seca, de queixo caído, completamente enfeitiçado. Amores Improváveis é uma série que recomendo a todos que desejam iniciar no gênero new adult pela sua leveza, dinamismo e fluidez. 

Eu adoro as capas dessa série e essa em questão transmite exatamente a química dos personagens. Diagramação excelente e revisão impecável. A editora está de parabéns com o cuidado que tem com suas publicações. Os leitores agradecem.

O Jogo é um livro delicioso assim como Dean Di Laurentis. Divertido e muito ousado, perfeito para quem curte o gênero. Não vejo a hora de ler A Conquista e saber o que Tucker nos reserva. Dessa vez não quero me precipitar e dizer que ninguém irá superar Dean Di Laurentis, mas de qualquer maneira, quero dizer que meu coração já foi preenchido. Estejam preparados(as) para o furacão Dean Di Laurentis, o melhor personagem já criado por Elle Kennedy. 

É isso aí, lindinhos. Quem quiser falar a respeito é só me chamar lá no Twitter ou Instagram pra a gente prosear. Vou adorar trocar figuras com vocês. 
Hora de me recompor. Até breve.



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Leia a resenha dos demais livros:
O Acordo - Livro 1
O Erro - Livro 2



FICHA TÉCNICA
Título: O Jogo
Série Amores Improváveis - Livro 3
Autora: Elle Kennedy
Editora: Paralela
Ano: 2017 
Páginas: 296
Skoob


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O primeiro livro da série The Royals, a nova sensação new adult dos EUA. Ella Harper é uma sobrevivente. Nunca conheceu o pai e passou a vida mudando de cidade em cidade com a mãe, uma mulher instável e problemática, acreditando que em algum momento as duas conseguiriam sair do sufoco. Mas agora a mãe morreu, e Ella está sozinha. É quando aparece Callum Royal, amigo do pai, que promete tirá-la da pobreza. A oferta parece tentadora: uma boa mesada, uma promessa de herança, uma nova vida na mansão dos Royal, onde passará a conviver com os cinco filhos de Callum. Ao chegar ao novo lar, Ella descobre que cada garoto Royal é mais atraente que o outro – e que todos a odeiam com todas as forças. Especialmente Reed, o mais sedutor, e também aquele capaz de baixar na escola o “decreto Royal” – basta uma palavra dele e a vida social da garota estará estilhaçada pelos próximos anos. Reed não a quer ali. Ele diz que ela não pertence ao mundo dos Royal. E ele pode estar certo.


Princesa de Papel entrou para minha lista de desejados assim que vi a editora Planeta divulgando em suas redes sociais. Alguma coisa me dizia que, esse seria um daqueles livros lacradores, de tirar o fôlego, o típico livro que desperta inúmeras sensações, sejam elas boas ou ruins porque livro bom é assim: a gente morre de amor e ódio, tudo ao mesmo tempo, porque nada sai exatamente como nós esperamos e, foi exatamente isso que aconteceu com o livro em questão.

Antes mesmo de solicitar o livro para a editora eu vi muita gente surtando com a notícia que o livro seria lançado no Brasil. Eis, mais um motivo para que eu ficasse bem atenta. Mais o melhor disso tudo foi descobrir que Erin Watt, era um pseudônimo utilizado por Elle Kennedy e Jen Frederick. Oi? Alguém disse Elle? Eu sou completamente apaixonada por Elle Kennedy e ao tomar conhecimento que tinha o seu dedinho nessa prosa eu surtei. Sabia que Princesa de Papel seria perfeito. Pra quem não sabe ou mora em outro planeta Elle é autora da série Amores Improváveis, umas das minhas séries favoritas.

O livro vai contar a história de Ella, uma jovem de apenas dezessete anos que já passou por poucas e boas ao longo de sua vida. Ella aprendeu a superar todas as diversidades, graças à vida desregrada que sua mãe levava. A mãe estava sempre com um namorado diferente, mas ela jurava que isso só acontecia porque ela era uma pessoa que se apaixonava facilmente pelas pessoas. A vida de Ella era de fato um verdadeiro caos. A mãe trabalhava como stripper para manter o mínimo de dignidade. As coisas ficaram ainda mais difíceis para Ella quando sua mãe adoece por conta de um câncer. 

Após perder a mãe Ella acaba trilhando o mesmo caminho. Para pagar as contas do hospital, ter um teto aonde morar e um prato de comida no fim do dia, Ella acaba virando stripper. Mas, apesar de tudo, Ella não se deixa abater e também não se corrompe. Ella sonha em ter uma vida estável, um emprego tradicional e terminar a faculdade.
Ella nunca conheceu o pai e agora sem a mãe, ela sabe que tem que se virar para sobreviver. A única informação que obteve da mãe era o nome do pai, que se chamava Steve e, um relógio, que o pai deixara como lembrança.

Mesmo com essa vida ordinária Ella tenta manter as coisas nos eixos e continua frequentando a escola. Quando tudo parecia se assentar Ella recebe a visita de um homem cujo ela nunca ouvira falar se dizendo seu tutor legal. Ella resiste, esbraveja, reluta e acaba fugindo do homem sem ao menos ouvir o que ele tem a dizer.
Callum Royal é o tutor de Ella e passara muito tempo à sua procura. Ele e Steve, pai de Ella, eram amigos de longo data e coube à Callum encontrar a filha de seu melhor amigo após sua morte. Apesar do susto, Ella acaba cedendo já que ela não tem muitas opções e a proposta de Callum também e irrecusável.

A família Royal é composta por Callum e seus 5 filhos: Gideon(o irmão mais velho), Reed(o manda-chuva, ele manda, todos obedecem), Easton (o mais mulherengo) e o gêmeos Sebastian e Sawyer. Tanta riqueza acaba causando um verdadeiro choque em Ella já que ela jamais sonhara um dia viver em lugar parecido. O palácio Royal é intimidador, mas não há nada que lhe cause tanto arrepio quanto a presença dos garotos Royals, mas é claro que é Reed será o seu calcanhar de Áquiles, aquele que fará da sua vida um verdadeiro inferno.

De todos, Reed é o mais grosseiro e quando digo grosseiro é estúpido, machista, arrogante, mal educado, prepotente, arredio e tantos outros adjetivos que lhe descreveriam muito bem, mas (sempre existe uma causa e uma explicação) Reed é o mais lindo, o mais gostoso, o macho alfa da p*rr@ toda (já que faltam palavras, um palavrão é exatamente o que precisamos para defini-lo). É Reed quem decreta as diretrizes do convívio social na escola através de seu decreto Royal. Nada passa por ele sem sua aprovação e isso faz com que as pessoas o temam de verdade.

Ella, coitada, é matriculada por Callum na mesma escola. A Aston Park Prep Academy é uma escola de ricos, para ricos, para àqueles que podem usufruir do que há de melhor na educação; algo totalmente fora do alcance de Ella. Contudo, agora ela é uma Royal e terá acesso a todas as mordomias, mas quem pensou que sua vida seria mais fácil está redondamente enganado. É aquela velha história: Ella precisará ser forte, se impor e tudo mais que todo adolescente que sofre bullying sabe como as coisas funcionam. A partir daí vamos conhecer um pouquinho dessa família disfuncional e como as coisas se encaixarão (ou não) como o decorrer do tempo. 

Princesa de Papel surge para devastar nossos corações com uma história intensa, forte, cheia de reviravoltas, personagens marcantes, um enredo arrebatador capaz de deixar qualquer um completamente maluco por essa história.

Bem, esse resumão é totalmente proposital e necessário devido à importância de cada um dos personagens. Ella é a minha personagem favorita da vez. Forte, desbocada, impetuosa, destemida, 'sangue nos olhos' deveria ser o seu sobrenome. A garota é stripper aos dezessete anos, minha gente! Ela encara tudo com tanta maturidade e determinação. Ella tem um caráter e uma personalidade admirável. É interessante que, por mais que para a gente pareça comum, alguém trabalhar como stripper nessa idade, a história faz o leitor refletir bastante a respeito do assunto. Ella tem que lidar com as ofensas, as agressões verbais, o desrespeito, tudo isso sem ter ao menos a chance de se explicar. Ninguém a conhece. Mas não é exatamente assim na vida real? Cabe inúmeros questionamentos.
O livro apresenta assuntos polêmicos, porém necessários como bullying, uso abusivo de drogas, alcoolismo, abuso sexual, além de outros temas que despertam revolta, indignação e perplexidade.

A princípio eu odiei com todas as minhas forças os Royals, tirando Callum que é um verdadeiro príncipe, tá mais pra rei, já que estamos falando do patriarca da família Royal. Mas Reed é de longe, o mais intragável de todos, aquele sujeito temperamental, grosso e sem noção. Easton é asqueroso. Machista, preconceituoso, usa as mulheres a seu bel prazer. Os gêmeos também possuem um caráter duvidoso, já que se aproveitam de uma determinada situação que deixará o leitor perplexo.

Princesa de Papel é um livro com um tema forte. Apesar de todos os personagens possuírem pouca idade, a carga emocional é densa. Erin Watt utiliza-se de elementos comuns do gênero para criar uma história visceral que absorve todas nossas energias. É uma leitura fluída, mas como eu disse anteriormente, é uma leitura com temas complexos. Aos poucos vamos descobrindo o motivo pelo qual Callum não consegue se aproximar dos filhos, passamos a enxergar os garotos com um olhar menos crítico e incisivo. 

O livro é narrado em primeira pessoa e isso o torna ainda mais interessante, pois dessa forma conseguimos enxergar as coisas sobre o ponto de visto de Ella. Ela sabe que há algo de muito errado com essa família, que existe algo que os perturba e faz com que eles se comportem como tal. São tantos os conflitos, os sentimentos contraditórios, ora uma aversão à atitude dos garotos, outrora um sentimento de pena. Ella é uma personagem decididamente admirável, a mais forte que eu já conheci nos últimos tempos. Gostei do seu amadurecimento e de como ela se encaixa no enredo. De fato, os garotos Royals são a cereja do bolo, o jeito como eles lidam com suas conquistas, a relação de amizade, união e lealdade que os une; é tudo muito intenso.

Erin Watt nos faz perceber o quanto o diálogo é importante num relacionamento familiar. Identificamos inúmeros mazelas que assolam tantas famílias, principalmente as mais abastadas como a dos Royals. Para pessoas como Reed, Easton, Sebastian e Sawyer, o dinheiro compra tudo. Gideon me pareceu o mais sensato, mas confesso que eu gostaria de um livro protagonizado somente por ele para tirar minhas conclusões. É evidente que o dinheiro não compra felicidade, muito menos paz de espírito. Ella é a representação emblemática da força, da determinação e da ousadia. É muito legal quando nos deparamos com personagens assim. Normalmente são as mulheres, o elo frágil que necessitam ser salvas e tudo mais. Mas aqui, são os Royals que estão quebrados emocionalmente. 

Há quem diga que Princesa de Papel poderia ser visto como uma releitura de Cinderela, mas eu discordo. Acho que a história tem uma roupagem única, um enredo expressivo que foge totalmente à analogias e comparações. É um livro que te deixa sem fôlego, do início ao fim. E já que o assunto é fôlego, meninas e meninos, preparem-se para uma overdose de testosterona porque faz muito tempo que eu não lia algo tão WOW! Aliás, se bem me lembro, só os irmãos Maddox se equiparam aos Royals.
Gostei da escrita fácil e envolvente. Meu único pesar é que devorei rápido demais essa história e que não tinha o segundo volume dessa trilogia ao meu dispor. Isso é terrível. Quero baixar um decreto: publiquem imediatamente os próximos volumes. E tenho dito.

Como se não bastasse a avalanche de emoções protagonizadas pelos 5 Royals, ainda contamos com personagens secundários maravilhosos. Valerie é adorável. Queria uma melhor amiga exatamente assim. Os demais personagens deixam suas marcas e tornam a narrativa ainda mais envolvente e viciante.


Quero dizer que Princesa de Papel entrou para a lista de favoritos do ano e, com direito à uma constelação inteira porque cinco estrelas seriam insuficientes para algo do tamanho dessa história. Uma história tão bem escrita, com personagens apaixonantes, um enredo bem construído e consequentemente bem desenvolvido. Sem falhas ou erros; com uma capa belíssima, diagramação excelente e revisão impecável. Uma das capas mais lindas do momento. Leiam e depois me digam se é ou não é motivo para tanta empolgação? 




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FICHA  TÉCNICATítulo: Princesa de Papel
Editora: Planeta de Livros Brasil
Selo: Essência
ISBN: 9788542208870
Ano: 2017
Páginas: 368
Skoob



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Em seu aniversário de vinte e sete anos, Carter McDevitt, o vocalista da banda The M's, vai ganhar o presente mais inesperado possível.Seus dois melhores amigos e parceiros da banda, Zane e Yan, o colocam em um cruzeiro com o objetivo de fazê-lo esquecer totalmente a ex-mulher que, além de arrasar seu coração, levou metade dos seus bens embora.
Bem, o que o vocalista não espera é que nesse local serão realizadas estranhas fantasias, além de encontrar um fantasma do seu passado.


Já faz uns dias que terminei a leitura de 7 Dias com Você escrito pela autora Aline Sant'Ana que, por sinal eu nunca tinha lido nada a respeito até me deparar com uma enxurrada de elogios na Amazon. Como curiosa e ávida por conhecer novos autores nacionais parti para leitura sem titubear e, mais uma vez, fui surpreendida. 

7 Dias com Você é um romance new adult maravilhoso, aquele tipo de livro que te prende já nos primeiros capítulos. Aline Sant'Ana traz todas as referências as quais já estamos acostumados em romances do gênero, com uma premissa, digamos ousada. Se eu tivesse que pontuar os pontos positivos desse romance, a premissa, seria o primeiro deles.

Adoro histórias protagonizadas por músicos, roqueiros então, nem se fala. Em 7 Dias com Você iremos conhecer a história de duas pessoas que irão se envolver em um cruzeiro erótico. É isso mesmo que você entendeu: um cruzeiro erótico aonde as pessoas se conhecem, têm experiências sexuais das mais diversas. Dá pra imaginar? 

Os capítulos se alternam entre Erin e Carter narrando presente e passado. Ao longo da narrativa vamos conhecendo um pouco da vida atribulada de cada um, seus gostos e particularidades. Já os capítulos narrados no passado apresentam a ligação entre os personagens. 

Carter McDevitt é vocalista da banda The M's e está prestes a comemorar seu aniversário de 27 anos. Contudo, Carter não está muito animado com a data já que vem enfrentando um momento difícil desde a conturbada separação com a ex-mulher. A ideia de levar Carter para o cruzeiro parte de Zane e Yan, seus dois melhores amigos e integrantes da banda. Os dois já não aguentam mais ver o amigo sofrendo pela mau caráter da ex-mulher. Carter aceita o convite, mas nem sequer imagina o que esse tal cruzeiro tem a oferecer de tão diferenciado. Essa é a chance perfeita para acabar com a sua tristeza e esquecer de vez a mulher que despedaçou seu coração.

Erin também irá embarcar nessa viagem rumo ao prazer, só que por outras circunstâncias. Lua, sua melhor amiga está cansada de ver a amiga se meter em relacionamentos fracassados. Erin é uma modelo famosa que vive entre uma ponte área e outra. Apesar de linda, Erin se sente bem insegura. Os carinhas que namorou sempre a decepcionaram e isso fez com que ela acreditasse que não fosse capaz de conhecer alguém especial. 

Carter e Erin ficam juntos no primeiro baile à fantasia promovido pelo cruzeiro. Ela fantasiada de fada, vestindo apenas lingerie e, ele, de smoking e uma máscara de Zorro. É preciso um adendo: eu dispensaria essa parte porque achei meio caricata, acabei achando mais engraçado do que atraente. Enfim, vamos adiante porque o vem a seguir nos fará esquecer da analogia ao Zorro e a fada. Erin e Carter ficam juntos, mas não transam (isso é muito importante, já que estamos falando de um cruzeiro erótico). 

A química acontece e ambos se conectam imediatamente. O problema é que durante o baile eles não revelam suas identidades e isso tornará as coisas mais difíceis. Erin não consegue tirar a imagem de Carter da cabeça, assim como Carter não para de pensar na sua fada de lingerie branca. A partir daí o universo começa a conspirar a favor de ambos, mas o que eles não imaginavam é que essa felicidade tinha seus dias contados. A bordo do Heart on Fire Erin e Carter viverão experiências únicas e inesquecíveis.

7 Dias com Você é um livro com um enredo muito interessante. Só a premissa em si já o torna diferenciado de tantos outros romances do gênero. Muitos livros já foram protagonizados por bandas, mas esse em especial se destaca por sua originalidade. Quem gosta de música vai ficar feliz em saber que a cada início de capítulo temos um trecho de uma música que embala o romance do casal. Erin e Carter são personagens encantadores, cada qual com sua peculiaridade. 

Carter além de lindo e gostoso é doce, sensível, forte, tem bom caráter, ou seja, tudo que esperamos de um bom mocinho. Seu lado rebelde está apenas nas tatuagens que cobrem praticamente todo seu corpo. Oh..delícia! 

Erin também é fofa, delicada, inteligente, aquela personagem feminina cheia de atitude que gostaríamos de ver em todos os romances. A lealdade aos amigos é outro ponto a se destacar ao longo de toda a narrativa. Erin é muito leal à Lua, sua melhor amiga, assim como Zane e Yan são à Carter. 

Fiquei surpresa com tanta delicadeza. Aline Sant'Ana criou uma relação baseada na amizade e confiança entre os personagens. Quando iniciei a leitura imaginei algo totalmente diferente já que a história era apresentada num cenário bem inusitado. O que se espera de um cruzeiro erótico? A resposta seria muita pegação e sexo sem moderação, mas não é bem assim que se desenrola a história de Erin e Carter. Confesso que gostei bastante do posicionamento da autora, caso contrário, estaríamos falando de mais uma história de amor fadada à mediocridade. É claro que a luxúria se faz presente já que o erotismo é dos elementos principais da narrativa. 

Zane e Yan também têm participação importante ao longo da narrativa. Eles não podem nem ser considerados personagens secundários já que todos os dois transitam pela trama e são peça-chave para muitos desdobramentos. Lua foi a única que não me despertou tanto interesse. Em alguns momentos ela se mostrou superficial e mimada, pra não dizer irritante.

7 Dias com Você é um livro lindo, encantador do início ao fim. Erin e Carter são um casal apaixonante. Aline Sant'Ana criou uma história crível, protagonizada por um casal adorável e apaixonante. Os diálogos são inteligentes e cheios de humor. Uma atmosfera cheia de sedução e que se destaca por sua originalidade. Esse livro é apenas o primeiro volume de uma série que promete ainda surpreender os leitores. Estou louca para conhecer a história protagonizada pelos outros integrantes da banda que já deram uma boa noção do que podemos esperar dos demais livros. 

Indico a leitura a todos que curtam romances com uma pegada hot, mas que valorizam uma boa história de amor. 7 Dias com Você é uma história cheia de erotismo, sedução, lealdade, amor e amizade. Um convite irrecusável aos amantes de um bom romance new adult.



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FICHA TÉCNICA
Título: 7 Dias com Você
Série: Viajando com Rockstars - Livro 1
Autora: Aline Sant'Ana
Editora Charme
Número de Paginas: 380



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Logan parece viver uma vida de sonhos. Com um talento incrível para jogar hóquei e um charme inato para conquistar mulheres, ele é uma das maiores estrelas da universidade de Briar. Mas por trás do característico sorriso maroto, ele esconde duas grandes angústias – a primeira, estar apaixonado pela namorada de seu melhor amigo. A segunda, saber que sua vida, após a formatura, se tornará um beco sem saída. Um dia, por acaso, ele conhece Grace, uma garota tão encantadora quanto intrigante. Tudo nela parece ser original e deliciosamente contraditório – tímida, mas ao mesmo tempo vibrante. Doce, mas ao mesmo tempo forte e confiante. A cada encontro, Logan se vê mais e mais envolvido. Mas um grande erro colocará o relacionamento desses dois jovens em risco. Agora, Logan terá que se esforçar para reconquistar Grace – nem que para isso ele precise amadurecer e encarar de frente as suas questões mais profundas e doloridas.


Sou apaixonada por essa série. É sério! Elle Kennedy entrou para a minha lista de autoras favoritas desde que li O Acordo, primeiro volume da série Amores Improváveis. O nome da série já nos dá uma ideia do que podemos esperar, mas não se deixe enganar, caso esteja pensando que essa é mais uma daquelas séries clichês, que enfiam goela abaixo uma dose de músculos e diálogos pueris entre suas mocinhas "virgens e recatadas" e seus respectivos "boys magia". Elle Kennedy é mestra, diva louca dos atletas e poderosa quando o assunto é enfeitiçar seus leitores com sua escrita fluida, envolvente e deliciosamente picante. É a simplicidade com que ela constrói seus personagens que faz com ela seja tão bem sucedida.

>>Leia a resenha de O Acordo - Amores Improváveis - Livro 1

Agora é a vez de nos apaixonar por Logan, mais um atleta talentoso do time de hóquei da faculdade Briar. Logan é gostoso e mulherengo e sabe muito bem dominar essa arte, já que levou pelo menos quase metade das universitárias para a cama. Mas Logan não é um canalha, pelo contrário, ele tenta a todo custo afastar alguns pensamentos que veem lhe atormentando, como por exemplo, o fato de se sentir atraído por Hannah, namorada de seu melhor amigo Garrett. Como se a situação já não fosse complicada o bastante, Logan ainda têm que lidar com o fato de que seu futuro está fadado ao fracasso por conta de um sério problema familiar. Cansado de tanta pressão Logan passa a frequentar festinhas de fraternidades a fim de esquecer todos seus problemas. É durante uma dessas festinhas regadas a muito álcool e mulheres que ele acaba conhecendo Grace.

Logan conhece Grace por um acaso, aliás, digamos que o destino tenha cooperado bastante para esse encontro inusitado. Grace é totalmente diferente das garotas que Logan está acostumado. Grace é uma garota muito tímida e reservada, bem diferente daquelas que não perdem a primeira oportunidade de se jogarem em seu colo. É óbvio que Grace se sente atraída por Logan como qualquer outra garota, mas diferentemente das demais, ela sabe conter seus desejos. O fato é que ela jamais imaginara que, num belo dia, um dos carinhas mais bonitos e populares da universidade pudesse bater à sua porta. 

Grace e Logan acabam passando uma noite juntos, mas Logan sabe que é um erro engatar qualquer tipo de relacionamento com Grace já que ele acredita estar apaixonado por Hannah. O fato de Grace ser uma caloura também colabora para que Logan queira manter distância. Mas Grace é uma jovem independente, destemida, engraçada e é exatamente isso que acaba despertando o interesse de Logan. 

Grace sempre foi uma garota certinha, estudiosa e que jamais ousara sair da sua zona de conforto. Ela sempre estivera na sombra de sua melhor amiga e, agora colega de quarto. Ramona, que não perde a oportunidade de sair com todos os carinhas que cruzam o seu caminho. Ramona é o oposto de Grace. Inconsequente, fútil, piriguete em tempo integral. O que Grace mais deseja é deixar para trás as recordações do colegial, período em que ela vivera sempre à sombra de Ramona. Agora, ela têm a oportunidade de fazer diferente e sua improvável amizade com Logan é uma delas.

Sabe aquela velha história de que os opostos se atraem? Pois bem, isso cabe perfeitamente para Logan e Grace. Mas como de costume a autora nos concede o tempo necessário para que possamos conhecer suas histórias separadamente. Cada qual apresentando seu passado e histórico familiar. Aos poucos vamos conhecendo os problemas familiares de Logan. A difícil relação com o pai, o sonho de se tornar um jogador profissional, seus medos e frustrações. Tudo isso de forma leve e natural, caraterística principal dos romances de Elle Kennedy.

Grace, apesar de virgem, não faz as vestes de uma garota puritana. Nada disso. Grace têm uma mente bem criativa, digamos assim e, isso faz toda a diferença. Confesso que esse tipo de personagem me causa certo desconforto já que a maioria têm um perfil muito caricato. Eu gostei de Grace. Ela é determinada, foge do clichê usual. É uma garota com conteúdo, sarcástica e bem humorada.
Logan é aquele tipo de personagem que arranca suspiros do início ao fim. Uma junção de virilidade e sensibilidade. Dócil, leal, destemido, corajoso, sexy, divertido, e gostoso, claro. Ponto extra que devemos levar em consideração.
O livro é narrado sobre as perspectivas de Logan e Grace, assim vamos conhecendo as pequenas mudanças na vida de cada um. 

O que mais gosto na narrativa de Elle é justamente essa junção despretensiosa que une elementos comuns do cotidiano universitário americano. Conseguimos nos identificar com os personagens, acreditamos que seja possível que histórias como a de Logan e Grace de fato aconteçam, pois ela sabe exatamente como construir relacionamentos e situações palpáveis.
Gosto como o relacionamento é construído, sempre embasado na amizade e sendo fortalecido aos poucos na base da confiança. E o drama é inserido sempre de maneira leve e gradual. 

Outro ponto marcante nas narrativas de Elle é a inserção de assuntos importantes que afetam diretamente a vida dos protagonistas. Nesse caso, em particular haverá diversas problematizações acerca de temas como: alcoolismo, estupro, inveja, relacionamento familiar, traição e cyberbullying.

O Erro segue a linha do livro anterior (O Acordo) apresentando-nos uma narrativa leve, romântica, sexy e divertida. Logan não é tão intenso quanto Garrett (opinião totalmente tendenciosa)mas, merece toda nossa admiração. É admirável toda sua força e determinação. Esse é aquele tipo de livro que você pega pra ler e quando se dá conta já terminou. Amo essa leveza, o ambiente escolhido, o enredo envolvente, a química entre os personagens, tudo nessa série me agrada profundamente. Não vejo a hora de ler "O Jogo", terceiro volume da série já lançado pela editora.

Adoro essa capa. Aliás, todas as capas são lindas. Fiéis às publicações americanas que personificam exatamente a proposta dos livros. Recomendo a leitura de "O Erro"" assim como a de "O Acordo" que podem ser lidos separadamente, já que tratam de narrativas independentes. Essa é uma série recomendadíssima a todos que curtam o gênero new adult e para aqueles que desejam iniciar no gênero. Desejo, romantismo e sensualidade na medida certa. Tudo que mais amamos e esperamos de um bom romance new adult.



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FICHA TÉCNICA
Título: O Erro
Série: Amores improváveis-  Livro 2
Autora: Elle Kennedy 
Editora:  Paralela
Páginas: 279 



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Autora número 1 da lista do New York Times retorna com uma história de amor inesquecível entre um aspirante a escritor e sua musa improvável. Fallon conhece Ben, um aspirante a escritor, bem no dia da sua mudança de Los Angeles para Nova York. A química instantânea entre os dois faz com que passem o dia inteiro juntos – a vida atribulada de Fallon se torna uma grande inspiração para o romance que Ben pretende escrever. A mudança de Fallon é inevitável, mas eles prometem se encontrar todo ano, sempre no mesmo dia. Até que Fallon começa a suspeitar que o conto de fadas do qual faz parte pode ser uma fabricação de Ben em nome do enredo perfeito. Será que o relacionamento de Ben com Fallon, e o livro que nasce dele, pode ser considerado uma história de amor mesmo se terminar em corações partidos?

Eis-me aqui, novamente, para declarar todo meu amor por Colleen Hoover. Quando eu pensei que ficaria um tempo longe de seus dramas, eis que me deparo com a oportunidade de ler seu mais recente lançamento. Eu sei, eu sei que um monte de gente já leu esse livro e talvez, eu seja uma das únicas mortais que ainda fico eufórica diante o livro. O fato é que estou ainda sem palavras para definir o quanto eu AMEI essa história. Definitivamente, Colleen Hoover nunca decepciona. Pode acontecer de, uma vez ou outra, ela dar uma exagerada no drama e tal, mas caso isso não aconteça, não estamos falando da mesma autora. Esse é o seu diferencial. Ao mergulharmos em suas histórias temos a certeza que seremos arrastados por fortes emoções e foi exatamente isso que aconteceu assim que iniciei a leitura de Novembro,9.

Eu retiro o que disse há quase dois meses atrás quando conclui a leitura de Talvez Um Dia (confira a resenha aqui). Lembro-me perfeitamente toda a euforia e os sentimentos que o livro provocaram. Agora, estou aqui novamente, com o coração em frangalhos, morrendo de amores pela história de amor de Ben e Fallon.
O engraçado nisso tudo é que toda vez que abro um livro da Colleen eu sei, exatamente, o risco que estou correndo. Por mais que eu conheça seu estilo, ela sempre arruma um jeito de arrancar meu coração. Confesso que não passava pela minha cabeça ler Novembro, 9 tão cedo, pois eu desejava preservar ao máximo as recordações de Talvez Um Dia. Vi muitas opiniões contrárias a respeito do livro, mas resolvi criar coragem para tirar minhas próprias conclusões. Para os fanáticos de CoHo, há quem diga que, esse é o tipo de livro que ou você ama ou você odeia. 


Em Novembro , 9 iremos conhecer a dramática história de Ben e Fallon, sim porque o que não irá faltar nesse livro é drama. Se você é daqueles que curte o gênero e o jeito único de CoHo de narrar histórias do tipo, vem meu querido(a), se joga!

A história inicia-se com Fallon indo ao encontro de seu pai em um restaurante local. Fallon e o pai já não se davam muito bem, mas as coisas ficaram ainda mais difíceis desde que Fallon sofrera o incêndio na casa do pai. O acidente deixara marcas permanentes em Fallon, mas é a sua alma que está desfigurada. Antes do acidente Fallon era uma jovem atriz prodígio. Atuava num programa de tv, era a atriz principal da série. Fallon viu o sonho de ser atriz se desfazer com as chamas que a queimaram e que marcariam para sempre sua vida.

Fallon está decidida a se mudar para Nova York, mas seu pai não apoia tal mudança e isso faz com que Fallon o odeie ainda mais. Fallon não consegue mais viver à sombra do acidente. Ela precisa de mudanças e somente, morando sozinha, longe de todos e tudo que a lembre do incêndio ela será capaz de recomeçar. Entre farpas e muito ressentimento, Fallon continua a atacar o pai até que um carinha com uma aparência um tanto esquisita se aproxima de sua mesa e senta ao seu lado, apresentando-se como seu namorado. 
A situação não poderia ser mais esquisita e constrangedora, já que Fallon quer provar para o pai que ela pode muito ser virar sozinha em Nova York e, principalmente voltar a atuar como antes, por mais que sua baixa autoestima queira lhe dizer o contrário.

Na mesa ao lado Ben começa a prestar atenção no papo de Fallon com o pai. É nesse momento que ele decide que Fallon precisa de sua ajuda. O mais estranho é que eles nunca se viram antes, mas isso não impede que Ben se aproxime e comece a fingir que é namorado de Fallon. A partir daí, Ben começa a bombardear o pai de Fallon com insultos que façam ele enxergar o quanto Fallon é linda e corajosa. Ben consegue colocar o pai de Fallon no seu devido lugar e, Fallon não consegue acreditar que alguém tenha conseguido enxergá-la além das cicatrizes. 

Após o encontro no restaurante Fallon têm pouco tempo para fazer as malas e seguir um novo rumo na vida. Nesse curto espaço de tempo existe Ben, um carinha com a aparência um tanto desleixada, mas nem por isso menos atraente, que lhe defende dos comentários maldosos e sem noção do pai. Fallon toma a atitude mais sensata de todas: decide passar as poucas horas que lhe restam ao lado de um desconhecido; digo, Ben.

A atração entre Fallon e Ben é notória, mas não há nada que ambos possam fazer a respeito. Fallon está de partida e Ben não sabe nada a seu respeito. O fato é que Fallon nunca havia sentido nada parecido, assim como Ben, jamais imaginara se colocar em tal situação. Sem saber como lidar com tantos sentimentos, ambos decidem firmar o compromisso de se encontrarem ao longo de cinco anos, sempre no dia 9 de novembro, até ambos completarem 23 anos. Fallon e Ben têm apenas um dia para recordar o que ambos sentiram. Mas a pergunta que não quer calar: será que isso funcionaria? 

Essa foi a primeira coisa que passou pela minha cabeça. Será que CoHo daria conta? Bem, nunca duvide do poder dessa mulher. CoHo é capaz de tudo, até mesmo de criar uma história repleta de clichês e torná-la algo totalmente surpreendente. Uma das coisas que mais me chamou a atenção foi justamente a construção do relacionamento de Fallon e Ben. Vamos acompanhando o crescimento de cada personagem e a evolução de cada um na trama. Dessa vez, o leitor vai ter que ter um pouco mais de paciência porque CoHo foi bem comedida nos amassos e afins. Os capítulos irão se alternando entre as narrativas de Ben e Fallon e assim conseguimos nos sentir mais próximos de cada um. 

Ben e Fallon voltam todo ano, na mesma data, no mesmo restaurante, para reafirmarem o compromisso de se reencontrar. Fallon desafiou Ben a escrever um livro contando a história dos dois; já Ben, propôs a Fallon que ela deveria cumprir três metas assim que chegasse a Nova York. Assim vamos nos apegando aos personagens e começamos a entender o que verdadeiramente os une. Deixo agora, o aviso de que estamos falando de CoHo, daí pra frente: é tiro, porrada e bomba, tudo de uma vez só, pra acabar de vez com o nosso coração. Mas quanto drama, meu Deus do céu! Se não tiver sofrimento, revelações bombásticas, dilemas e situações complexas não estaríamos lendo um livro de Colleen Hoover.

A única coisa que me incomodou foi o título do livro, aliás, a sua inversão na verdade. Em relação à capa eu não tenho o que falar. A ilustração faz jus à proposta e corresponde fidedignamente ao enredo. Boa revisão e diagramação primorosa.

A inserção da música é outro ponto forte da autora. Aqui, seu significado é bem poético. Não temos playlist, mas a forma como a autora a inseriu foi de uma sensibilidade extrema, uma de suas características mais marcantes. Fallon é uma personagem adorável. Ainda que inicialmente ela pareça insegura, mas convenhamos que ela passou por um momento terrível. Ben é maravilhoso, assim como todos os personagens masculinos criados pela autora. E o melhor: ele é escritor. Têm carreira mais fofa, linda, inspiradora? Gostei muito da forma como CoHo o desenvolveu. Seu jeito doce, sensível, bem humorado, a maneira como ele encoraja Fallon e a incentiva. Nem senti falta dos bad boys que eu tanto amo. Só mesmo CoHo pra fazer a minha cabeça. A melhor autora do gênero. Eu já falei isso? Acho que sim, pelo menos umas mil vezes.

Novembro, 9 me cativou já nos primeiros parágrafos. Eu tinha certeza que seria algo surpreendente, perfeito e foi exatamente isso que encontrei ao longo das páginas. Colleen Hoover é a minha autora favorita pois sabe criar histórias emocionantes, que nos cativam imediatamente e que nos faz refletir como o amor pode transformar seres humanos em pessoas melhores. Suas histórias sempre transmitem força e superação.

Quero terminar essa resenha dizendo que esse é o meu favorito da autora, até que ela surja com um novo lançamento..rs. Até porque não dá pra afirmar que exista apenas um favorito entre tantos livros. Que venha o próximo, porque o ano só começa de verdade, quando temos livro novo da Colleen Hoover na livraria.



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FICHA TÉCNICA
Título: Novembro, 9
Título Original: November 9
Autora: Colleen Hoover
Editora: Galera Record
Páginas: 352
Ano: 2016
Comprar: Saraiva // Amazon

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Sydney acabou de completar 22 anos e já fez algo inédito em sua vida: socou a cara da ex- melhor amiga. Até hoje, ela não podia reclamar da vida. Um namorado atencioso, uma melhor amiga com quem dividia o apartamento... Tudo bem, até Sydney descobrir que as duas pessoas em quem mais confiava se pegavam quando ela não estava por perto. Até que foi um soco merecido. Sydney encontra abrigo na casa de Ridge. Um músico cujo talento ela vinha admirando há um tempo. Juntos, os dois descobrem um entrosamento fora do comum para compor e uma atração que só cresce com o tempo. O problema é que Ridge tem uma namorada, e a última coisa que Sydney precisa agora é se transformar numa traidora.



Meu Deus! Que livro é esse? Sei que corro o risco de ser redundante, mas dessa vez Colleen Hoover acabou com meu coração deixando-o em pedaços. Sei que não estamos falando de nenhum lançamento, apesar de parecer que todos os dias essa mulher publica um livro porque pelo amor de Deus ela consegue se superar a cada livro lançado. Eu até fiquei bem curiosa para ler o seu último lançamento – 9 de Novembro, mas confesso que mudei de ideia depois de ver pela internet o povo todo alvoraçado por Talvez Um Dia. E como diz o ditado: A voz do povo é a voz de Deus. CoHo foi impiedosa, malvada, me torturando até a última página. Fiquei completamente encantada por essa história e posso dizer que até o momento é a minha favorita e, olha que já li alguns livros da autora mas, nenhum foi tão comovente como este.

Quem conhece CoHo sabe que a mulher não poupa no drama para deixar seus leitores completamente devastados e, no caso do livro em questão, acho que ela até exagerou um pouco. Meu Deus! É muita tensão, agonia, sofrimento. É uma contradição de sentimentos tão angustiante que você não sabe de que lado ficar e se, na verdade existe algum lado certo ou errado da história. O fato é que você toma partido mesmo sem querer porque não tem outro jeito. A cada capítulo vamos nos envolver com uma história dramática de dois jovens que estão acostumados com seus respectivos relacionamentos, até o dia que um deles têm sua vida virada de ponta-cabeça. Isso faz com que ambos se aproximem para travar uma intensa luta contra o desejo de estarem juntos.

O livro é narrado alternadamente pelos dois personagens principais: Rigde e Sydney. Dessa forma podemos acompanhar a perspectiva de cada um no decorrer da leitura. Ridge e Sydney são vizinhos de prédio, mas nunca trocaram uma palavra entre si. A única interação e, a mais forte de todas, é a conexão que ambos têm com a música.

Todas as noites Sydney senta na varanda de seu apartamento para assistir Ridge tocar violão. Ao observá-lo Sydney nota que Ridge têm algo especial. Ela sente que algo lhe incomoda, sem compreender direito seus sentimentos. O fato é que Sydney namora Hunter há mais de dois anos,ainda que não consiga enxergar um futuro ao seu lado, por mais que ele se faça presente. Sydney têm uma vida simples e até bem monótona. Divide seu tempo entre a faculdade e o trabalho de meio período na biblioteca do campus. 

Na noite do seu 22º aniversário é que o caos chega sem avisar. Sydney descobre que Hunter está lhe traindo com sua melhor amiga. Por mais que aquilo lhe causasse tamanha estranheza Sydney não consegue acreditar na situação. Quem acaba abrindo seus olhos é exatamente Ridge que todas as noites vê Hunter e Tori se pegarem todas as vezes que Sydney se ausenta. Tudo parece conspirar contra Sydney, pois além de ser traída pelo namorado e pela melhor amiga, ela ainda perde seu emprego na biblioteca. Sem ter pra onde ir Sydney saí desesperada e quem lhe dá abrigo é justamente o vizinho que ela tanto admira.

Ridge mora com seu melhor amigo Warren que conhece desde a adolescência e, Bridgette, uma mulher estressada que passa o tempo todo gritando com as pessoas. Parece um apartamento de loucos. Ele e o irmão Brennan fazem parte da banda Sounds of Cedar. O irmão é cantor e Ridge o compositor, que no momento está passando por um bloqueio criativo. E a chegada de Sydney vem a calhar porque Ridge descobre que ela também compõem. O único problema é que nem Sydney nem Ridge imaginavam que essa aproximação poderiam lhe acarretar tantos problemas. Sydney sente uma forte atração por Ridge, mas não sabe como lidar com toda a situação já que ela e o ex acabaram de terminar o relacionamento. Já Ridge namora Maggie há cinco anos e nunca imaginou que pudesse se apaixonar por outra pessoa. A vida de Ridge é cuidar de Maggie e protegê-la de todas as maneiras. 

Maggie é uma garota linda, adorável, super gente boa. Todos a adoram, tornando as coisas ainda mais difíceis. Ridge sonha em viver ao lado de Maggie, mas ela não cede aos seus desejos pois, o que ela realmente precisa é de liberdade. Ser independente é o que Maggie mais almeja pra sua vida.

Sydney e Ridge passam a compor juntos e o espaço entre eles, físico e emocional vão se estreitando cada vez mais. A música é o elo que os une e fará com que ambos vivenciem momentos de intensa ternura e profundidade. Ao longo da narrativa vamos descobrindo um pouco do passado cheio de mágoas e traumas de Ridge que o torna tão especial.

Por outro lado sofremos com tudo que Sydney têm que enfrentar para frear o desejo de se entregar à paixão que vem nutrindo por Ridge. Uma das coisas mais belas do livro é poder acompanhar o crescimento desse amor. Nada brota de um desejo súbito, do sexo propriamente dito. É a construção da amizade, da confiança que torna tudo tão profundo. Ridge é um ser humano ímpar, correto, justo, leal, o "príncipe" que todo mundo deseja ter na vida. Aliás, se existe alguém que saiba construir personagens dessa forma essa pessoa é CoHo. Ela deixa todo mundo pirado com tanta entrega e devoção de seus personagens. E o drama apresentado é necessário, sempre, na maioria das vezes para tornar a narrativa mais crível, palpável; assim o leitor consegue conectar-se facilmente com a narrativa.

"Entretanto, aprendi que não podemos dizer ao coração quando, quem ou como amar. O coração só faz o que quer. A única coisa que podemos controlar é se escolhemos nos dar a chance de deixar nossa vida e mente alcançarem nosso coração."

Sabe aquele sorriso bobo que fica estampado na cara quando a gente lê alguma coisa que nos toca tão profundamente? Então, foi exatamente assim que fiquei durante a leitura, suspirando a cada parágrafo, me debulhando em lágrimas a cada revelação. Eu nunca imaginei me deparar com uma história tão comovente. A sensibilidade de CoHo é nata, o talento para criar histórias dramáticas cheias de mensagens inspiradoras faz com que a gente queira viver aquela história. 

O livro nos mostra a importância de vivermos uma vida intensamente. Ensina-nos a lidar com os percalços da vida com determinação. Perceberemos que há uma grande diferença entre viver intensamente ou apenas existir. Confesso que fiquei muito dividida. Ora eu desejava que Maggie não existisse na vida de Ridge para que ele e Sydney pudessem viver o seu amor, mas ao mesmo tempo acabava entendendo a decisão de Ridge. Essa é uma das grandes questões do livro: o apelo moral, aquilo que julgamos como certo ou errado. Quando devemos nos deixar levar pelos impulsos? Quem ouvir primeiro: a razão ou a emoção? O comprometimento e lealdade de Ridge nos mostra isso o tempo todo permitindo-nos refletir sobre o assunto.

De todas as histórias que li da autora essa foi a mais bela, a mais delicada, a mais completa. CoHo destaca a descoberta do amor através de uma amizade, o desejo proibido dá lugar a admiração, ao respeito. É claro que a atração física e a química entre os personagens dá aquele toque especial à narrativa, mas nesse caso, ela é mera coadjuvante. Destaque para a descoberta e troca de sentimentos através de uma simples batida do coração, uma troca de olhar que revela muito mais do que palavras, o som da respiração, tudo tem uma conotação diferente.

Quando decidi optar por essa leitura, a primeira coisa que me veio à mente foi que se tratava de um livro sobre música. Já imaginava que seria um dos favoritos só por incluir o tema, mas nunca imaginei que pudesse viver uma experiência tão diferente. Foi mágico ler cada trecho do livro acompanhada de uma canção composta exclusivamente para a trama. Consegui me conectar ainda mais à Ridge, pude “sentir” cada vibração, cada som. Sei, parece loucura, mas foi uma sensação indescritível.
Colleen Hoover fez uma parceria que deu muito certo com o cantor e compositor  Griffin Peterson que compôs as canções que acompanhamos ao longo de toda a narrativa. Leia o livro acompanhado da playlist. Deixe sua imaginação fluir, permita-se viver essa experiência. Para ouvir as canções clique aqui .

Esse é mais um daqueles livros que a gente passa muito tempo falando a respeito, que recomenda pra todos, que dá vontade de dar um exemplar pra cada pessoa. Ninguém sai ileso depois dessa leitura. Colleen Hoover , mais uma vez, prova que é uma das melhores autoras do gênero. Não há o que pontuar de negativo, a não ser que você não tenha uma estrutura capaz de suportar tanto sofrimento. Mas vale a pena. Você sabe que ela sempre nos reserva algo de bom, algo mágico; aquela mensagem que o amor verdadeiro tudo pode superar. Mas nem só de drama vive um bom romance não é mesmo? CoHo também nos diverte com diálogos hilários normalmente protagonizados por Warren e Sydney. 

Eu não me canso de repetir o quanto Colleen Hoover é magnífica, soberana, fodástica. Sempre nos presenteando com histórias profundamente tocantes. Corri para o Skoob e favoritei o livro antes mesmo de terminá-lo, lá pela metade do livro pra vocês terem uma noção da magnitude dessa obra. 

Talvez Um Dia é um livro que vai tocar fundo no seu coração que irá abalar todas suas estruturas. Pode preparar a caixinha de lenços. Ah, não esquece de separar uma boa quantidade de post-its, muitos por sinal, pois certamente você ficará louco com tantos trechos para marcar; todos memoráveis e inesquecíveis.
O segundo livro irá contar a história de amor de Warren e Bridgette, ou seja, podem aguardar fortes emoções.

[...] os sentimentos são a única coisa em nossas vidas que nós não temos absolutamente nenhum controle.


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Título: Talvez Um Dia
Série: Maybe #1
Autora: Colleen Hoover
Editora: Galera Record
Ano: 2016
Páginas: 368
Onde comprar: Saraiva Amazon



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Oi, eu sou Zilda Peixoto! Comando a Cachola desde 2009. Aqui compartilho um pouquinho sobre meu universo particular: resenhas de livros, séries, filmes, música boa, paixão por plantas, pugs, decoração afetiva, maternidade real e o que mais der na cachola..rs.. Sejam muito bem vindos!!!

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