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Cachola Literária

Uma declaração de amor ao mundo mágico dos livros


OMG!OMG! Eu estou surtando com essa capa. E a sinopse? Maravilhosa! De deixar qualquer um maluco. Os fãs da família mais sexy e deliciosa da literatura já podem começar a pirar junto comigo. A Verus divulgou a capa e sinopse de Belo Funeral, o quinto volume da série Irmãos Maddox escrito por Jamie McGuire. 

Confira!


Perder nunca foi fácil para os Maddox, mas a morte sempre vence...

Onze anos depois de fugir para se casar com Abby em Las Vegas, o agente especial Travis Maddox faz a justiça chegar até o chefão da máfia Benny Carlisi. Agora o clã mais antigo do crime organizado da cidade está determinado a se vingar, e todos os membros da família Maddox se tornam alvos em potencial. 
O segredo que Thomas e Travis guardaram por uma década será finalmente revelado, e pela primeira vez os Maddox vão se desentender. Embora todos eles já tenham experimentado a perda em algum ponto da vida, a família cresceu, e os riscos agora são maiores do que nunca. 
Com os irmãos brigando entre si e as esposas se vendo obrigadas a tomar partido, cada membro da família terá de fazer uma escolha: deixar o medo separá-los ou torná-los mais fortes. 
Belo funeral é o volume mais eletrizante da série Irmãos Maddox e vai manter os leitores grudados nas páginas até o fim emocionante.

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Hey, guys! 

Tudo bem por aí? Por aqui, tudo na paz. 

Hoje estou aqui para compartilhar uma boa notícia com os fãs do autor português Pedro Chagas Freitas. A Verus Editora acaba de anunciar que lançará seu próximo livro, intitulado 'Prometo Perder'. 

Em uma viagem intimista e desconcertante, Pedro Chagas Freitas caminha, em Prometo perder, até o interior da emoção: da saudade ao desejo, da rebeldia à submissão, da dor ao amor, nada ficará por tocar. Permita-se sentir.


“Prometo perder.
Prometo por vezes fraquejar, por vezes cair, por vezes ser incapaz de ganhar. Nem sempre conseguirei superar, nem sempre conseguirei ultrapassar. Nem sempre poderei ser capaz de ir tão longe como você me pede, de te dar exatamente o que você merecia que eu te desse. O que desesperadamente te quero dar. Nem sempre conseguirei sorrir, também.
Prometo perder. 
Prometo ainda me manter vivo depois de cada derrota, resistir ao peso insustentável de cada impossibilidade. Há de haver momentos em que sem querer te magoarei, momentos em que sem querer tocarei no lado errado da ferida. Mas o que nunca vai acontecer é desistir só porque perdi, parar só porque é mais fácil, ceder só porque dói construir.
Prometo perder.
Porque só quem ama corre o risco de perder; os outros correm apenas o risco de continuar perdidos. 
Prometo perder. 
Porque só quem nunca amou nunca perdeu.”


Pedro também é autor de Prometo Falhar, publicado em 2015 pela editora Novo Conceito.
Prometo Perder chegas às livrarias do Brasil no dia 27 de março.

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A Editora Verus divulgou em suas redes sociais a capa de Algo Belo, de Jamie McGuire. Foi realizada uma votação entre os leitores para escolher o título e capa do novo livro da autora.

Algo Belo será publicado em março de 2017 e contará a história de Shepley e America.


Sinopse:
America Mason, uma atrvida graduanda da Eastern State University está apaixonada por um Maddox - Shepley Maddox. Diferentemente de seus primos, Shepley faz muito mais o tipo amante do que lutador, mas uma viagem à casa de seus pais em Wichita - Kansas, pode significar o próximo passo, ou o fim de tudo.

Quem aí tá ansioso para ter essa belezinha nas mãos?
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Terminei de ler A Garota do Calendário: Janeiro bem animada. Criei uma expectativa enorme em relação ao segundo livro e pá!... quebrei a cara! Que merda! Eu e minha mania de criar expectativas em relação as coisas. Fiquei ansiosa pra saber se a autora continuaria com o mesmo pique, aí me vem ela, com um francês chato de galocha, metido a fodão e tudo aquilo pra quê? Só pra me deixar fula da vida. Sei que estou sendo muito dramática, mas é que eu não imaginava o quanto Audrey Carlan poderia me decepcionar.



Após completar seu primeiro mês de trabalho como acompanhante de luxo ao lado de Wes, agora Mia embarca para Seatle para seu próximo cliente: o artista francês Alec Dubois. Mia ainda não havia se recuperado emocionalmente da temporada que passara na companhia de Wes. Ele oferecera ajuda para quitar a dívida do pai e, em troca, Mia jamais precisaria trabalhar como acompanhante de luxo novamente, mas Mia não se deixou levar pela emoção e optou por embarcar para seu novo destino.

Ao chegar no estúdio de Alec, Mia já demonstra desconforto e insegurança. Ela não sabia muito bem o que esperar e nem o que Alec desejava. Em meio a telas e artistas nus, Mia se viu diante de uma situação muito constrangedora. Alec havia lhe contratado para ser a musa dele durante um mês, ou seja, Mia deveria passar o tempo todo nua à sua disposição. Inicialmente Mia não tinha escolha. Ela deveria servir às vontades de Alec ainda que não compreendesse perfeitamente seu papel. Apesar de toda sua beleza Mia não lidava muito bem com sua autoestima. Ela se sentia exposta, vulnerável e, Alec teria de trabalhar todos esses aspectos para conseguir o sucesso de seu projeto.

Alec era homem muito focado no trabalho e Mia sentia um certo desconforto em sua presença. Sentir-se atraída por Alec era completamente normal já que o cara esbanjava charme e sedução. Contudo, Mia não conseguia deixar de comparar Alec com Wes. Os dois não tinham absolutamente nada em comum, pelo contrário, Alec tinha apenas o trabalho como foco. Mia queria mais, óbvio. Com o tempo ela e Alec vão se conhecendo e a relação entre a musa e o artista vai se tornando cada vez mais íntima. A química entre eles é inegável e, a partir daí, eles viverão experiências que se tornarão inesquecíveis para ambos.

Confesso que não curti Alec. Aquela mania de ficar falando frases em frânces na hora H. Que coisa mais chata! A sua excentricidade também foi um dos pontos mais irritantes e irrelevantes da narrativa. Achei que soou falso. Eu esperava muito mais de Mia. Tive a impressão que ela era outra pessoa. No primeiro livro Mia tinha seus valores, era mais decidida e não se deixava levar tão facilmente. Em Fevereiro Mia não se impõe. Alec é um cara esquisito, por vezes rude e egocêntrico e Mia simplesmente aceita tudo de bom grado mesmo que algumas atitudes de Alec lhe causem tanto desconforto. O cara é irritante, começa a sussurrar um monte de “merde” em francês e pronto: calcinha molhada na certa, hora de abrir a guarda e as pernas. Me poupe! Mais criatividade Audrey, por favor! Você pode mais que isso.

Eu fico me perguntando o motivo de tanta superficialidade? Não consigo enxergar nada de relevante. Já li muitos livros do gênero e, muitos, eu digo muitos, cometem o mesmo erro. O livro expõe determinadas situações que poderiam ser facilmente exploradas, mas que infelizmente não foram bem trabalhadas. As cenas se resumem a orgasmos e diálogos pueris. É de se esperar que o sexo tenha o maior destaque, mas convenhamos que nós, leitores, esperamos encontrar algo um pouco mais próximo da realidade. As mulheres em sua grande maioria se tornam submissas instantaneamente. No caso de Mia isso fica muito evidente. Senti falta da construção do relacionamento criada no volume anterior.

A autora até tentou trazer um certo requinte para a obra descrevendo o trabalho artístico de Alec, mas infelizmente, ela não conseguiu se sustentar aos longo dos capítulos. Tudo deu errado nesse livro. Foi difícil estabelecer uma conexão com os personagens. Faltou empatia, coesão. Com uma narrativa rasa A Garota do Calendário: Fevereiro coloca em questão se devemos ou não dar continuidade à série.

Era para seguir a mesma linha, Audrey. Já estamos fartos de tantos orgasmos múltiplos e relações vazias. A Garota do Calendário: Fevereiro é uma overdose de orgasmos, frivolidades, diálogos toscos e nada mais.

Quero dizer que apesar de todos os pontos negativos darei uma nova chance a série pois acredito que pode ter sido apenas um escorregão. Sou otimista já que temos tantos meses pela frente para nos surpreender. Quem sabe no mês de Março haja outro boy magia para superar Wes. Quem sabe? Tenhamos fé que Alec foi apenas uma experiência ruim, tanto para Mia quanto para nós, meros mortais.






Sinopse: "Mia Saunders precisa de dinheiro. Muito dinheiro. Ela tem um ano para pagar o agiota que está ameaçando a vida de seu pai por causa de uma dívida de jogo. Um milhão de dólares, para ser mais exato. A missão de Mia é simples: trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil. Parte do plano é manter o seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos era assim que deveria ser. Em fevereiro, Mia vai passar o mês em Seattle com Alec Dubois, um excêntrico artista francês. No papel de musa, ela vai embarcar em uma jornada de descobertas sexuais e lições sobre o amor e a vida que permanecerão com ela para sempre."



Título: A Garota do Calendário: Fevereiro (livro 02)
Autora: Audrey Carlan
Série A Garota do Calendário
Editora: Verus
Nº de páginas: 135

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Fazia tempo que eu namorava essa série. Não havia lido nenhuma resenha, mas lia uma opinião aqui outra ali sempre explorando pontos negativos. Por isso decidi tirar minhas próprias conclusões já que muitos detonam o livro por causa do gênero. Eu não tenho problema nenhum com isso. Eu curto bastante. No auge da literatura hot pude conhecer vários livros e determinar aquilo que realmente valia a pena ser lido e apreciado, por que não?
Mesmo com toda a curiosidade decidi optar por comprar o e-book pelo simples fato de ser bem mais barato que a versão impressa. Caso não valesse o preço investido.

A premissa do livro é bem simples e previsível como era de se esperar. Sem muitas expectativas comecei a ler o livro sem fazer qualquer pré-julgamento.


Em A Garota do Calendário- Janeiro – Mia é uma jovem que nunca teve sorte com seus namorados. Já no início ela descreve com frustração e ressentimento seus últimos relacionamentos. Mia tivera apenas quatro namorados, mas com nenhum deles ela fora realmente feliz, pelo contrário, Mia sempre se apaixonava e no final das contas, sempre quebrava a cara. O último relacionamento foi o mais terrível. Blaine era agiota e mandara espancar seu pai quase até a morte por conta de uma dívida de jogo. O pai de Mia era alcoólatra, viciado em jogo e devia muita grana a Blaine. Após a tragédia de ver o seu pai parar na UTI Mia decide recorrer a tia Millie, dona da agência que ela irá trabalhar como acompanhante de luxo.

Mia tem doze meses para arrecadar um milhão de dólares para pagar a dívida feita pelo pai. A cada mês Mia irá acompanhar um homem diferente. Janeiro é o mês de Wes, um roteirista de cinema muito famoso que irá desfrutar da companhia de Mia. O valor recebido por Mia por cada período é a bagatela de cem mil dólares mais um bônus extra de 20% caso ela tenha relações sexuais com o cliente. 

Mia tem a oportunidade de unir trabalho e prazer, no sentido literal da palavra. Ela vai encarar como uma grande jornada de autoconhecimento já que não há outra outra maneira de arrecadar tanto dinheiro em tão pouco tempo para salvar a vida de seu pai.

Antes que todos me julguem eu preciso dizer: eu AMEI Mia desde o início. Adorei a maneira como ela lida com a situação, sempre forte, decidida. Ela não se vitimiza por mais estranho que possa parecer tal situação. Ela se entrega de corpo e alma para Wes, seu primeiro cliente. E como não se entregar? Wes trata Mia como uma deusa deixando de lado tudo que lhe rotula. Wes é um cara muito atencioso e faz Mia sentir coisas que ela jamais sonhara. O respeito e a confiança é base do "relacionamento" de Mia e Wes, ainda que Mia seja apenas uma acompanhante de luxo. O grande desafio de Mia é não se deixar apaixonar já que em nenhum dos seus relacionamentos anteriores ela conseguira manter o controle da situação sempre deixando a paixão tomar o rumo das coisas. 

Estar com Wes permite que ela esteja no comando da situação. Mia toma as rédeas e isso me fez admirá-la ainda mais. Essa coisa de que a mulher tem que ser submissa às vontades do homem e que não pode assumir os seus desejos me irrita completamente. Talvez, seja por esse motivo, que muitos leitores não curtam o gênero em questão. A Garota do Calendário fala de sexo, desejo e, principalmente de aceitação. Mia é uma mulher que não reprime seus desejos.

Por isso digo e repito: deixe seu preconceito de lado para usufruir da leitura e o que de melhor ela pode lhe proporcionar. Não dá pra ficar julgando o tempo todo. Mia vê na oportunidade de trabalhar como acompanhante de luxo a chance de salvar seu pai e ponto final. Mia é decidida e encara tudo com simplicidade e objetividade. É assim que tem que ser. Tem coisa mais irritante do que mulher que fica fazendo doce se fazendo de vítima da situação? Pelo amor! 

Mas caso você não curta livros do gênero justamente por todos os pontos que citei, tudo bem. O livro, assim como todos os demais do gênero apresenta uma narrativa bem previsível, clichê. As cenas sensuais e sexuais permeiam boa parte do livro. Mas lembremos que o mote principal é mostrar que Mia pode crescer internamente com todas suas experiências; o sexo tem a mera função de entreter. Se você deixar todo o preconceito de lado, certamente irá curtir a leitura tanto quanto ela merece ser curtida.

A autora tem grande desafio pela frente: mostrar o crescimento da personagem ao longo da série pois temos ainda mais onze meses pela frente. Só gostaria que Mia passasse por situações um pouco mais ousadas. Senti falta de algo realmente desafiador. A experiência com Wes beira o conto de fadas, com exceção do sexo, claro. Todo o luxo e dinheiro que a cercam são elementos comuns nesse tipo de narrativa. Espero, sinceramente que ao longo dos demais meses ela possa passar por algo mais desafiador. Seria bem legal se Mia pudesse se relacionar com alguém aonde o luxo e o glamour não fizessem parte do contexto. Aí sim, veríamos como a protagonista iria lidar com a situação.

Num contexto geral gostei muito da proposta da autora. Mia é uma personagem encantadora. Wes é delicioso (só consigo descrevê-lo dessa forma). No primeiro momento os pontos de ressalva são mínimos. Gostei da escrita da autora e da maneira como ela construiu toda a narrativa. Aposto na série e espero ler os demais livros o quanto antes (peguei o embalo do segundo volume assim que terminei o primeiro, já que no final do livro existe um capítulo disponível para leitura).

Enquanto resenhava esse livro já tinha lido o segundo e posso dizer que fiquei extremamente ... Rá!! Pensou que eu ia deixar escapar alguma coisinha né? Não vou contar. Aguardem a segunda resenha de A Garota do Calendário - Fevereiro. 

A Garota do Calendário - Janeiro propõe uma leitura leve e despretensiosa, sem grandes expectativas, mas que vale a pena ser lida. Vejamos o que vem pela frente nos próximos meses.




SINOPSE
Mia Saunders precisa de dinheiro. Muito dinheiro. Ela tem um ano para pagar o agiota que está ameaçando a vida de seu pai por causa de uma dívida de jogo. Um milhão de dólares, para ser mais exato. A missão de Mia é simples: trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil. Parte do plano é manter o seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos era assim que deveria ser... Em janeiro, Mia vai conhecer Wes, um roteirista de Malibu que vai deixá-la em êxtase. Com seus olhos verdes e físico de surfista, Wes promete a ela noites de sexo inesquecível — desde que ela não se apaixone por ele.

💎 Leia o 1º capítulo: http://bit.ly/GCJaneiroTrecho

Título: A Garota do Calendário - Janeiro
Editora: Verus
Autora: Audrey Carlan
Páginas: 144
ISBN: 9788576865063



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Tem algum fã da Carina aí de plantão?

A fodástica e incrivelmente talentosa autora Carina Rissi divulgou aos fãs que mais um livro da série Perdida está prontinho. 
Prometida, o quarto livro da série foi concluído e tem previsão para chegar às livrarias em outubro.



Os fãs também aguardam para a estreia de Perdida - o filme.

Como fã de carteirinha do seu trabalho estou muito feliz com a notícia. E que venham mais trabalhos e muito, muito mais sucesso.


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Oi, eu sou Zilda Peixoto! Comando a Cachola desde 2009. Aqui compartilho um pouquinho sobre meu universo particular: resenhas de livros, séries, filmes, música boa, paixão por plantas, pugs, decoração afetiva, maternidade real e o que mais der na cachola..rs.. Sejam muito bem vindos!!!

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