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Cachola Literária

Uma declaração de amor ao mundo mágico dos livros


Olá, fofoletes do meu coração!

Como de costume venho compartilhar mais uma super dica com vocês. Projetos culturais e, evidentemente projetos relacionados à leitura tem espaço garantido no blog.

A dica de hoje vai para os meus conterrâneos de plantão e, claro para todos aqueles que são apaixonados pela leitura. 

Para levar leitura e conhecimento ao interior do país, as 56 bibliotecas volantes do Sesc carregam cerca de três mil obras. Clássicos da literatura, aventuras, ficções e histórias reais chegam às mãos de leitores de todas as idades e fazem parte da maior rede de bibliotecas móveis do Brasil.   



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Garimpando coisas legais pela internet eis que me deparo com um projeto sensacional. O Coletivo Luzinterruptus, da Espanha, em junho do ano passado foi a Melbourne, na Austrália, para realizar uma instalação urbana com livros e luzes. As imagens são um espetáculo a parte.


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Os pais inconformados com o tempo que os filhos gastam na frente do videogame terão agora que pensar duas vezes antes de dar bronca.

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Cinza foi a cor da estação no mundo literário em 2012. Seja pela sobriedade das telas dos e-readers, cada vez mais acessíveis e disputanto as atenções dos leitores, seja pela trilogia Cinquenta Tons de Cinza, best-seller erótico (e onipresente) que se grudou como carrapato no topo das listas de mais vendidos.


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Olá,queridos leitores!
Gostaria de compartilhar mais um lindo vídeo com vocês. Que cada um possa viajar através dos seus sonhos sem sair do lugar...


LIBRARY from singsfish on Vimeo.


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A era do livro digital já começou: e-books são lançados diariamente e os aparelhos para leitura proliferam.Quem passeou pela Bienal do Livro do Rio, encerrada ontem, viu poucos sinais desse novo mercado.




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  Foto da série Intended Consequences, de Jonathan Torgovnik.

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Californiana Alyson Nöel, autora das séries 'Os Imortais' e 'Riley Bloom' (Intrínseca), falou ao ao site do Estadão.E a Cachola Literária compartilha na íntegra essa entrevista para quem curte essa escritora sensacional!


Californiana Alyson Nöel, autora das séries "Os Imortais" e "Riley Bloom"  - Divulgação

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    Assim como Hilary, Thalita Rebouças é disputada na Bienal


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O digital está libertando os livros das restrições físicas (estoque, distribuição, custos gráficos, divulgação) e liberando o acesso à edição e publicação, além de redefinir o conceito de autoria individual.


Os papéis da cadeia do livro — do escritor ao leitor, passando por agentes, editores, livrarias, bibliotecas — podem ser reconfigurados. Autor 2.0 é um fórum para explorar os impactos que o meio digital traz ao livro — com foco nas oportunidades e riscos para a vida criativa e econômica do personagem fundamental da cadeia do livro — o escritor. Ao investigar os novos recursos e estudar suas aplicações na cadeia do livro, os autores mapearão as novas formas de se escrever e ler. 
O primeiro encontro acontecerá no sábado, 3 de setembro, a partir das 16h, no Salão Nobre da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro. Escritores, editores e jornalistas vão conversar com o público sobre temas urgentes, como:

Publicação de narrativas em mídias sociais e suportes alternativos. Quais das experiências terão viabilidade econômica e serão acolhidos pelos leitores? 

Narrativas colaborativas, não lineares, wikiliteratura e transmidia. A obra cultural unificada — com texto, imagem, audio, música, links — é convergência ou redundância? 

Publicação, autopublicação e distribuição em eBook nos canais aterritoriais, como Apple e Amazon. — Copyright, Creative Commons, a nova economia do livro digital e as novas formas de remuneração do trabalho do escritor. 

A livre troca de informações, a marginalia digital colaborativa e a dissolução da autoria individual na internet. Pirataria, plágio, remix e falsas atribuições. 
Qual o novo papel do editor e como será a triagem do que vale a pena ser lido com o fim da barreira econômica para a publicação e autopublicação. 

Para esse primeiro encontro, foi formado um painel de escritores, editores e profissionais do livro de perfis diversos, para que as questões sejam por mais pontos de vista e que as ideias surgiam a partir do embate de opiniões. São eles:

Cristiane Costa jornalista, escritora, editora e professora, investiga as novas formas de expressão textual com os recursos digitais: as narrativas expandidas. 

Marcelino Freire escritor, idealizador da Balada Literária, evento literário e cultural em São Paulo, editor do coletivo Edith. Recebeu o Jabuti por Contos negreiros. 

Sérgio Rodrigues jornalista, escritor, editor do site NoMínimo e colunista doTodoProsa da Veja online especializado em literatura, vencedor do Prêmio de Cultura do Estado do Rio em 2011. 

Ondjaki escritor angolano publicado em 14 idiomas, vencedor do Jabuti porAvóDezanove e o segredo do soviético. 

Carlo Carrenho economista, editor, fundador do portal Publishnews, que há dez anos registra as mudanças no mercado editorial e diretor da Singular, braço de publicação digital (em eBook e impressão sob demanda) do grupo Ediouro. 

Simone Campos jornalista, autora de livros publicados em formato tradicional, digital e híbrido. Recebeu a bolsa de criação literária da Petrobras para criação deOwned, livro publicado em papel, online e no formato de jogo. 

C. S. Soares escritor multiplataforma, desenvolvedor de software, e-publisher, colunista iMasters, editor do PontoLit, sobre literatura e autopublicação. 

O debate ficará registrado no site www.autor20.com, que será o fórum permanente para discussão da relação dos escritores com o meio digital, reunindo material pertinente e fomentando a discussão, com o objetivo de compreender e mapear as novas formas de se escrever e ler. 

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É com muita alegria que,hoje irei postar meu 2º MEME recebido.Desta vez quem me enviou foi a minha amiga Dyana do blog Desejo Literário.Gostei muito dele e resolvi compartilhá-lo com outros amigos.

                                                  Top 10 Casais Ficção


Regras:
 Linkar quem te passou o meme; Blog Desejo Literário
 Colocar a imagem acima;
 Fazer uma lista de seus 10 casais preferidos da ficção (tanto de livros, séries, animes,  etc…);
 Passar para 5 blogs.






 1- Romeu e Julieta
                                                                               







2- Jack e Rose(Titanic)
 

                                     
   






3-Emma e Dexter (UmDia)        
                                                         
 4-John e Savannah (Querido John)


5-Edward e Bella (Crepúsculo)

                      
   










6- Elizabeth e David( E se fosse verdade)  
                                                  
7-Sam e Molly(Ghost)
                 

8-Holly e Gerry (P.S Eu Te Amo)



  












9-Maggie e Jamie(Amor e Outras Drogas)


               










10-John e Jane Smith(Sr. e Sr.a Smith)







Blogs selecionados para o desafio:

  • Doce Insensatez
  • Introducing you a book
  • Confissões Literárias
  • Diário de incentivo à leitura
  • Guria que lê

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Capitães da Areia, a adaptação do livro de maior sucesso de Jorge Amado, teve o seu trailer final divulgado.
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Ama cinema? Ama literatura? Gosta um pouquinho de um dos dois? Então vai adorar a 2ª edição do “Festival Adaptação” que vai nos infiltrar no mundo mágico do cinema e da literatura.



O festival começou ontem e vai até o dia 3 de setembro. Quem mora no Rio não pode perder nadinha!

Agenda de hoje:

18h: “Ciclo Cinema e Literatura na América Latina: estética, política e adaptações”; “Mesa Olhares estrangeiros: adaptações intercontinentais e impactos transculturais”.
Participantes: Luciana Villas Bôas (Faculdade de Letras / UFRJ); Rodrigo Lobriola (Departamento de Letras e Literaturas Hispânicas / UFF) e Mediação de Tadeu Capistrano (Escola de Belas Artes / UFRJ).

20h: “Ciclo Obras em Processo”; “Mesa A narrativa de Milton Hatoum”
Participantes: Milton Hatoum (Relato de um Certo Oriente, Dois irmãos e Órfãos do Eldorado); Guilherme Coelho (diretor de Órfãos do Eldorado, em produção) e Maria Camargo (roteirista de Relato de um Certo Oriente, Dois irmãos e Órfãos do Eldorado)

Confira a agenda no site: http://www.literaturanocinema.com.br

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Este livro está longe de ser um lançamento, mas resolvi fazer uma resenha sobre ele porque definitivamente,eu adoro esse tipo de gênero. Sempre li crônicas. E sempre gostei das crônicas escritas pelo Luis Fernando Veríssimo. Elas são engraçadas, inteligentes, e muitas vezes educativas. Acho que é esse o ponto em Comédias Para Ler na Escola. O brasileiro não lê muito, isso é comprovado por pesquisas. E as leituras que indicam na escola não ajudam a formar verdadeiros leitores. Neste livro, a ideia é que leitura pode ser agradável, e nós sabemos que realmente é. As crônicas são selecionadas para o público alvo, que são os adolescentes, então elas não são difíceis e são divertidas. Elas mostram porque ler é tão interessante para algumas pessoas, como eu. O livro é dividido em capítulos e cada um tem em torno de cinco ou seis crônicas. Li algumas com meu primo de 9 anos, que passa bastante tempo comigo e que eu vivo tentando fazer com que leia, geralmente sem muito sucesso. Mas dessa vez ele leu junto comigo e para mim e gostou. Chegou até a ler uma das crônicas para o irmão mais novo, que não viu muita graça, mas tudo bem. Eu não podia querer um milagre, não é? Dizer que gostei do livro acaba sendo uma redundância. Até hoje gostei de tudo que li do Veríssimo e pretendo continuar lendo. É uma boa pedida quando você quer rir com o que lê. São muitas crônicas interessantíssimas e engraçadas que,fica até difícil escolher uma só.Mas,escolho " PUDOR"... Certas palavras nos dão a impressão de que voam, ao saírem da boca. "Sílfide", por exemplo. É dizer "Sílfide" e ficar vendo suas evoluções no ar, como as de uma borboleta. Não tem nada a ver com o que a palavra significa. "Sílfide", eu sei, é o feminino de "silfo", o espírito do ar, e quer mesmo dizer uma coisa diáfana, leve, borboleteante. Mas experimente dizer "silfo". Não voou, certo? Ao contrário da sua mulher, "silfo" não voa. Tem o alcance máximo de uma cuspida. "Silfo", zupt, plof. A própria palavra "borboleta" não voa, ou voa mal. Bate as asas, tenta se manter aérea mas choca-se contra a parede. Sempre achei que a palavra mais bonita da língua portuguesa é "sobrancelha". Esta não voa mas paira no ar, como a neblina das manhãs até ser desmanchada pelo sol. Já a terrível palavra "seborréia" escorre pelos cantos da boca e pinga no tapete. "Trilhão" era uma palavra pouco usada, antigamente. Uma pessoa podia nascer e morrer sem jamais ouvir a palavra "trilhão", ou só ouvi-la em vagas especulações sobre as estrelas do Universo. O "trilhão" ficava um pouco antes do infinito. Dizia-se "trilhão" em vez de dizer "incalculável" ou "sei lá". Certa vez (autobiografia) tive de responder a uma questão de Geografia no colégio. Naquele tempo a pior coisa do mundo era ser chamado a responder qualquer coisa no colégio. De pé, na frente dos outros e — o pior de tudo — em voz alta. Depois descobri que existem coisas piores, como a miséria, a morte e a comida inglesa. Mas naquela época o pior era aquilo. "Senhor Verissimo!" Era eu. Era irremediavelmente eu. "Responda, qual e a população da China?". Eu não sabia. Estava de pé, na frente dos outros, e tinha que dizer em voz alta o que não sabia. Qual era a população da China? Com alguma presença de espírito eu poderia dizer: "A senhora quer dizer neste exato momento?", dando a entender que, como o que mais acontece na China é nascer gente, uma resposta exata seria impossível. Mas meu espírito não estava ali. Meu espírito ainda estava em casa, dormindo. "Então, senhor Verissimo, qual é a população da China?" E eu respondi: — Numerosa. Ganhei zero, claro. Mas "trilhão", entende, era sinônimo de "numeroso". Não era um número, era uma generalização. Você dizia "trilhão" e a palavra subia como um balão desamarrado, não dava tempo nem para ver a sua cor. E hoje não passa dia em que não se ouve falar em trilhões. O "trilhão" vai, aos poucos, se tornando nosso íntimo. É o mais novo personagem da nossa aflição. Quantos zeros tem um trilhão? Doze, acertei? Se os zeros fossem pneus, o trilhão seria uma jamanta daquelas de carregar gerador para usina atômica parada. Felizmente vem aí uma reforma e outra moeda, com menos zeros e mais respeito. Senão chegaríamos à desmoralização completa. — E o troco do meu tri? — Serve uma bala? Desconfio que o que apressará a reforma é a iminência do quatrilhão. "Quatrilhão" é pior que "seborréia". Depois de dizer "quatrilhão" você tem que pular para trás, senão ele esmaga os seus pés. E "quatrilhão" não é como, por exemplo, "otorrino", que cai no chão e corre para um canto. "Quatrilhão" cai, pesadamente, no chão e fica. Você tenta juntar a palavra do chão e ela quebra. Tenta remontá-la – fica "trãoliqua" e sobra o agá. A mente humana, ou pelo menos a mente brasileira, não está preparada para o "quatrilhão". As futuras gerações precisam ser protegidas do "quatrilhão". As reformas monetárias, quando vêm, são sempre para acomodar as máquinas calculadoras e o nosso senso do ridículo, já que caem os zeros mas nada, realmente, muda. A próxima reforma seria a primeira motivada, também, por um pudor lingüístico. No momento em que o "quatrilhão" se instalasse no nosso vocabulário cotidiano, mesmo que fosse só para descrever a dívida interna, alguma coisa se romperia na alma brasileira. Seria o caos. E "caos", você sabe. É uma palavra chicle-balão. Pode explodir na nossa cara.
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Trago pra vocês mais uma dica de boa literatura.Trata-se de O Ciclista da Madrugada, publicado pela Editora Record, do cronista Arnaldo Bloch, do jornal O Globo. Para os que não sabem, Bloch nasceu em 1965, é colunista do Segundo Caderno, e autor do livro Os Irmãos Karamabloch, sucesso de público e crítica, lançado em 2008. A obra que apresento hoje, é uma coletânea das melhores crônicas publicadas pelo autor no jornal O Globo; naturalmente, com algumas alterações para que os textos se enquadrem no formato de livro. A capacidade narrativa,ou melhor, a habilidade com a palavra é muito boa, com uma prosa que flui naturalmente, é boa de se ler e de se acompanhar, sempre com pitadas de ironia e com algumas colocações que nos fazem refletir. De um modo geral, apesar das variações entre os temas, o livro fala de cotidiano e, embora não sejam textos de ficção, tem sim um caráter literário importante. Sinceramente, a todos aqueles que gostam de boas crônicas ou que gostam de livros que apresentem uma visão diferenciada sobre os acontecimentos, sejam eles banais ou não, de nossa sociedade, esta é uma obra muito interessante, aquele tipo de livro que devemos degustar dia após dia, descobrindo sempre uma nova crônica que será capaz de nos fazer refletir sobre as coisas cotidianas. Repleto de suspense, comédia, amizade e alegrias, as histórias de Arnaldo Bloch mostram o Rio de Janeiro para os não cariocas, a Alemanha para os não alemães, o Judaísmo para os não judaicos e (por que não?) as crônicas para aqueles que não as conhecem tão bem. Misturando o cotidiano com suas memórias, o autor te prende a cada linha e no final de cada página você pensa: “Pô,esse Arnaldo é muito bom!”. É simplesmente impossível não rir com a verdade em “Disque TPM para Matar” onde nós mulheres somos literalmente invadidas e nosso maior segredo (que é por a culpa de tudo o que acontece na dita cuja TPM) é revelado. Ou em “BBB na Veia” onde até o mais forte dos cavaleiros pode sucumbir e eliminar alguém no paredão. Nem mesmo o Orkut escapa das garras do Arnaldo em “Orkut na Reta” (pode inserir uma piadinha infame aqui) fazendo uma análise muito bem humorada da coqueluche dos brasileiros que tanto o acessam. Certamente que nem só as crônicas sobre o cotidiano vão te prender ao livro, as ótimas: “O Porteiro lá de casa”, “O Judeu Alvinegro” e “Mãos de Pai”, emocionantes e sinceras fornecendo o contraponto necessário para tornar o livro uma ótima oportunidade para aqueles que, não tem muito acesso à sua coluna no segundo caderno do jornal ao Globo, ou que simplesmente tinha a convicção preconceituosa de que os bons cronistas brasileiros eram apenas o Rubem Braga e o Luís Fernando Veríssimo,(que por sinal,eu sou super fã). Em síntese, é como diz o Eugênio Bucci na contracapa: “Entre o jornalismo e a literatura, Arnaldo Bloch fica com os dois”- Oferecendo aos amantes da boa literatura, um prato cheio de boas histórias – e a Maria Bethânia na capa: “Adoro te ler, rapaz encantado” – Digo a mesmo, Bethânia. Digo o mesmo.
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O rapaz cortou a cebola e lágrimas caíram. Coitada! Era feio demais. A cebola não resistiu e chorou. Por Edson Rossatto Tem muito mais em www.cemtoquescravados.com
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I – Nunca leia por hábito: um livro não é uma escova de dentes. Leia por vício, leia por dependência química. A literatura é a possibilidade de viver vidas múltiplas, em algumas horas. E tem até finalidades práticas: amplia a compreensão do mundo, permite a aquisição de conhecimentos objetivos, aprimora a capacidade de expressão, reduz os batimentos cardíacos, diminui a ansiedade, aumenta a libido. II – Comece a ler desde cedo, se puder. Ou pelo menos comece. E pelos clássicos, pelos consensuais. III – Nunca leia sem dicionário. As palavras nunca são escritas por acaso. IV – Perca menos tempo diante do computador, da televisão, dos jornais e crie um sistema de leitura, estabeleça metas. Se puder ler um livro por mês, dos 16 aos 75 anos, terá lido 720 livros. Se, no mês das férias, em vez de um, puder ler quatro, chegará nos 900. À razão de um por semana, alcançará 3.120. Com a média ideal de três por semana, serão 9.360. É importante escolher bem o que você vai ler. V – Faça do livro um objeto pessoal, um objeto íntimo. Escreva nele; assinale as frases marcantes, as passagens que o emocionam. VI – Não se deixe dominar pelo complexo de vira-lata. Leia muito, leia sempre a literatura brasileira. VII – Prefira a literatura brasileira, mas faça viagens regulares. Das letras européias e da América do Norte vêm a maioria dos nossos grandes mestres. A literatura hispano-americana é simplesmente indispensável. VIII – Tente evitar a repetição dos mesmos gêneros, dos mesmos temas, dos mesmos estilos, dos mesmos autores. A grande literatura está espalhada por romances, contos, crônicas, poemas e peças de teatro. Nenhum gênero é, em tese, superior a outro. Não se preocupe com o conceito de gênero: história, filosofia, economia, etnologia, memórias, reportagens, auto-ajuda, viagens, etc. IX – A vida tem outras coisas muito boas. Por isso, não tenha pena de abandonar pelo meio os livros desinteressantes. O leitor experiente desenvolve a capacidade de perceber logo se um livro será bom ou ruim. X – Forme seu próprio cânone. Se não gostar de um clássico, não se sinta menos inteligente. Não se intimide quando um especialista diz que determinado autor é um gênio e que o livro do gênio é historicamente fundamental. O fato de uma obra ser ou não importante é problema dos críticos e escritores. Não leve nenhum deles a sério; não leve a literatura a sério e faça o seu próprio decálogo: nesse momento, você será um leitor."
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Dar asas ao pensamento e à criatividade, sendo capaz de transportar as pessoas para outros mundos e outras épocas. Transmitir informações, despertar o censo crítico, fazer aflorar emoções e formar opiniões. Cultivar o lado lúdico e ajudar a desenvolver o gosto pela escrita e pela leitura. Estes são os papéis dos escritores, que hoje comemoram o seu dia. De forma profissional ou não, eles são pessoas que dedicam boa parte do tempo às letras, muitas vezes fazendo da escrita algo apaixonante e essencial em suas vidas. "Tecnicamente, o escritor é uma pessoa que publica livros e tem uma relação direta com o ato de escrever. Porém, ser escritor é muito mais do que isso. Muitos escritores, assim como eu, fazem da literatura sua vida e não conseguem mais viver sem escrever. A grande maioria começa como leitores e acaba fazendo da leitura algo vital", diz o escritor catarinense Cristóvão Tezza, que há vários anos vive no Paraná e tem treze romances publicados. Em um país em que as pessoas leem muito pouco, ser escritor também é um desafio. Segundo um levantamento do Instituto Pró-livro, o brasileiro lê, em média, 1,3 livro por ano. A quantidade é considerada bastante pequena. "Hoje, existem muitos projetos de incentivo à leitura, mas mesmo assim as pessoas leem pouco. Ao contrário do que se possa pensar, isso não deve ser encarado como um desestimulo aos escritores, mas sim como um desafio", afirma a escritora curitibana Adélia Maria Woellner, que tem dezenove obras lançadas.
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"A gente passa, os livros ficam".
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Alguém já tinha pensado neste conceito? Literatura de alta velocidade? Pois é, Drummond já antecipava: "Escrever é cortar palavras". João Cabral, na mesma linha:"Enxugar até a morte". Hemingway: "Corte todo o resto e fique no essencial".


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Oi, eu sou Zilda Peixoto! Comando a Cachola desde 2009. Aqui compartilho um pouquinho sobre meu universo particular: resenhas de livros, séries, filmes, música boa, paixão por plantas, pugs, decoração afetiva, maternidade real e o que mais der na cachola..rs.. Sejam muito bem vindos!!!

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