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Cachola Literária

Uma declaração de amor ao mundo mágico dos livros


Autora número 1 da lista do New York Times retorna com uma história de amor inesquecível entre um aspirante a escritor e sua musa improvável. Fallon conhece Ben, um aspirante a escritor, bem no dia da sua mudança de Los Angeles para Nova York. A química instantânea entre os dois faz com que passem o dia inteiro juntos – a vida atribulada de Fallon se torna uma grande inspiração para o romance que Ben pretende escrever. A mudança de Fallon é inevitável, mas eles prometem se encontrar todo ano, sempre no mesmo dia. Até que Fallon começa a suspeitar que o conto de fadas do qual faz parte pode ser uma fabricação de Ben em nome do enredo perfeito. Será que o relacionamento de Ben com Fallon, e o livro que nasce dele, pode ser considerado uma história de amor mesmo se terminar em corações partidos?

Eis-me aqui, novamente, para declarar todo meu amor por Colleen Hoover. Quando eu pensei que ficaria um tempo longe de seus dramas, eis que me deparo com a oportunidade de ler seu mais recente lançamento. Eu sei, eu sei que um monte de gente já leu esse livro e talvez, eu seja uma das únicas mortais que ainda fico eufórica diante o livro. O fato é que estou ainda sem palavras para definir o quanto eu AMEI essa história. Definitivamente, Colleen Hoover nunca decepciona. Pode acontecer de, uma vez ou outra, ela dar uma exagerada no drama e tal, mas caso isso não aconteça, não estamos falando da mesma autora. Esse é o seu diferencial. Ao mergulharmos em suas histórias temos a certeza que seremos arrastados por fortes emoções e foi exatamente isso que aconteceu assim que iniciei a leitura de Novembro,9.

Eu retiro o que disse há quase dois meses atrás quando conclui a leitura de Talvez Um Dia (confira a resenha aqui). Lembro-me perfeitamente toda a euforia e os sentimentos que o livro provocaram. Agora, estou aqui novamente, com o coração em frangalhos, morrendo de amores pela história de amor de Ben e Fallon.
O engraçado nisso tudo é que toda vez que abro um livro da Colleen eu sei, exatamente, o risco que estou correndo. Por mais que eu conheça seu estilo, ela sempre arruma um jeito de arrancar meu coração. Confesso que não passava pela minha cabeça ler Novembro, 9 tão cedo, pois eu desejava preservar ao máximo as recordações de Talvez Um Dia. Vi muitas opiniões contrárias a respeito do livro, mas resolvi criar coragem para tirar minhas próprias conclusões. Para os fanáticos de CoHo, há quem diga que, esse é o tipo de livro que ou você ama ou você odeia. 


Em Novembro , 9 iremos conhecer a dramática história de Ben e Fallon, sim porque o que não irá faltar nesse livro é drama. Se você é daqueles que curte o gênero e o jeito único de CoHo de narrar histórias do tipo, vem meu querido(a), se joga!

A história inicia-se com Fallon indo ao encontro de seu pai em um restaurante local. Fallon e o pai já não se davam muito bem, mas as coisas ficaram ainda mais difíceis desde que Fallon sofrera o incêndio na casa do pai. O acidente deixara marcas permanentes em Fallon, mas é a sua alma que está desfigurada. Antes do acidente Fallon era uma jovem atriz prodígio. Atuava num programa de tv, era a atriz principal da série. Fallon viu o sonho de ser atriz se desfazer com as chamas que a queimaram e que marcariam para sempre sua vida.

Fallon está decidida a se mudar para Nova York, mas seu pai não apoia tal mudança e isso faz com que Fallon o odeie ainda mais. Fallon não consegue mais viver à sombra do acidente. Ela precisa de mudanças e somente, morando sozinha, longe de todos e tudo que a lembre do incêndio ela será capaz de recomeçar. Entre farpas e muito ressentimento, Fallon continua a atacar o pai até que um carinha com uma aparência um tanto esquisita se aproxima de sua mesa e senta ao seu lado, apresentando-se como seu namorado. 
A situação não poderia ser mais esquisita e constrangedora, já que Fallon quer provar para o pai que ela pode muito ser virar sozinha em Nova York e, principalmente voltar a atuar como antes, por mais que sua baixa autoestima queira lhe dizer o contrário.

Na mesa ao lado Ben começa a prestar atenção no papo de Fallon com o pai. É nesse momento que ele decide que Fallon precisa de sua ajuda. O mais estranho é que eles nunca se viram antes, mas isso não impede que Ben se aproxime e comece a fingir que é namorado de Fallon. A partir daí, Ben começa a bombardear o pai de Fallon com insultos que façam ele enxergar o quanto Fallon é linda e corajosa. Ben consegue colocar o pai de Fallon no seu devido lugar e, Fallon não consegue acreditar que alguém tenha conseguido enxergá-la além das cicatrizes. 

Após o encontro no restaurante Fallon têm pouco tempo para fazer as malas e seguir um novo rumo na vida. Nesse curto espaço de tempo existe Ben, um carinha com a aparência um tanto desleixada, mas nem por isso menos atraente, que lhe defende dos comentários maldosos e sem noção do pai. Fallon toma a atitude mais sensata de todas: decide passar as poucas horas que lhe restam ao lado de um desconhecido; digo, Ben.

A atração entre Fallon e Ben é notória, mas não há nada que ambos possam fazer a respeito. Fallon está de partida e Ben não sabe nada a seu respeito. O fato é que Fallon nunca havia sentido nada parecido, assim como Ben, jamais imaginara se colocar em tal situação. Sem saber como lidar com tantos sentimentos, ambos decidem firmar o compromisso de se encontrarem ao longo de cinco anos, sempre no dia 9 de novembro, até ambos completarem 23 anos. Fallon e Ben têm apenas um dia para recordar o que ambos sentiram. Mas a pergunta que não quer calar: será que isso funcionaria? 

Essa foi a primeira coisa que passou pela minha cabeça. Será que CoHo daria conta? Bem, nunca duvide do poder dessa mulher. CoHo é capaz de tudo, até mesmo de criar uma história repleta de clichês e torná-la algo totalmente surpreendente. Uma das coisas que mais me chamou a atenção foi justamente a construção do relacionamento de Fallon e Ben. Vamos acompanhando o crescimento de cada personagem e a evolução de cada um na trama. Dessa vez, o leitor vai ter que ter um pouco mais de paciência porque CoHo foi bem comedida nos amassos e afins. Os capítulos irão se alternando entre as narrativas de Ben e Fallon e assim conseguimos nos sentir mais próximos de cada um. 

Ben e Fallon voltam todo ano, na mesma data, no mesmo restaurante, para reafirmarem o compromisso de se reencontrar. Fallon desafiou Ben a escrever um livro contando a história dos dois; já Ben, propôs a Fallon que ela deveria cumprir três metas assim que chegasse a Nova York. Assim vamos nos apegando aos personagens e começamos a entender o que verdadeiramente os une. Deixo agora, o aviso de que estamos falando de CoHo, daí pra frente: é tiro, porrada e bomba, tudo de uma vez só, pra acabar de vez com o nosso coração. Mas quanto drama, meu Deus do céu! Se não tiver sofrimento, revelações bombásticas, dilemas e situações complexas não estaríamos lendo um livro de Colleen Hoover.

A única coisa que me incomodou foi o título do livro, aliás, a sua inversão na verdade. Em relação à capa eu não tenho o que falar. A ilustração faz jus à proposta e corresponde fidedignamente ao enredo. Boa revisão e diagramação primorosa.

A inserção da música é outro ponto forte da autora. Aqui, seu significado é bem poético. Não temos playlist, mas a forma como a autora a inseriu foi de uma sensibilidade extrema, uma de suas características mais marcantes. Fallon é uma personagem adorável. Ainda que inicialmente ela pareça insegura, mas convenhamos que ela passou por um momento terrível. Ben é maravilhoso, assim como todos os personagens masculinos criados pela autora. E o melhor: ele é escritor. Têm carreira mais fofa, linda, inspiradora? Gostei muito da forma como CoHo o desenvolveu. Seu jeito doce, sensível, bem humorado, a maneira como ele encoraja Fallon e a incentiva. Nem senti falta dos bad boys que eu tanto amo. Só mesmo CoHo pra fazer a minha cabeça. A melhor autora do gênero. Eu já falei isso? Acho que sim, pelo menos umas mil vezes.

Novembro, 9 me cativou já nos primeiros parágrafos. Eu tinha certeza que seria algo surpreendente, perfeito e foi exatamente isso que encontrei ao longo das páginas. Colleen Hoover é a minha autora favorita pois sabe criar histórias emocionantes, que nos cativam imediatamente e que nos faz refletir como o amor pode transformar seres humanos em pessoas melhores. Suas histórias sempre transmitem força e superação.

Quero terminar essa resenha dizendo que esse é o meu favorito da autora, até que ela surja com um novo lançamento..rs. Até porque não dá pra afirmar que exista apenas um favorito entre tantos livros. Que venha o próximo, porque o ano só começa de verdade, quando temos livro novo da Colleen Hoover na livraria.



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FICHA TÉCNICA
Título: Novembro, 9
Título Original: November 9
Autora: Colleen Hoover
Editora: Galera Record
Páginas: 352
Ano: 2016
Comprar: Saraiva // Amazon

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Sydney acabou de completar 22 anos e já fez algo inédito em sua vida: socou a cara da ex- melhor amiga. Até hoje, ela não podia reclamar da vida. Um namorado atencioso, uma melhor amiga com quem dividia o apartamento... Tudo bem, até Sydney descobrir que as duas pessoas em quem mais confiava se pegavam quando ela não estava por perto. Até que foi um soco merecido. Sydney encontra abrigo na casa de Ridge. Um músico cujo talento ela vinha admirando há um tempo. Juntos, os dois descobrem um entrosamento fora do comum para compor e uma atração que só cresce com o tempo. O problema é que Ridge tem uma namorada, e a última coisa que Sydney precisa agora é se transformar numa traidora.



Meu Deus! Que livro é esse? Sei que corro o risco de ser redundante, mas dessa vez Colleen Hoover acabou com meu coração deixando-o em pedaços. Sei que não estamos falando de nenhum lançamento, apesar de parecer que todos os dias essa mulher publica um livro porque pelo amor de Deus ela consegue se superar a cada livro lançado. Eu até fiquei bem curiosa para ler o seu último lançamento – 9 de Novembro, mas confesso que mudei de ideia depois de ver pela internet o povo todo alvoraçado por Talvez Um Dia. E como diz o ditado: A voz do povo é a voz de Deus. CoHo foi impiedosa, malvada, me torturando até a última página. Fiquei completamente encantada por essa história e posso dizer que até o momento é a minha favorita e, olha que já li alguns livros da autora mas, nenhum foi tão comovente como este.

Quem conhece CoHo sabe que a mulher não poupa no drama para deixar seus leitores completamente devastados e, no caso do livro em questão, acho que ela até exagerou um pouco. Meu Deus! É muita tensão, agonia, sofrimento. É uma contradição de sentimentos tão angustiante que você não sabe de que lado ficar e se, na verdade existe algum lado certo ou errado da história. O fato é que você toma partido mesmo sem querer porque não tem outro jeito. A cada capítulo vamos nos envolver com uma história dramática de dois jovens que estão acostumados com seus respectivos relacionamentos, até o dia que um deles têm sua vida virada de ponta-cabeça. Isso faz com que ambos se aproximem para travar uma intensa luta contra o desejo de estarem juntos.

O livro é narrado alternadamente pelos dois personagens principais: Rigde e Sydney. Dessa forma podemos acompanhar a perspectiva de cada um no decorrer da leitura. Ridge e Sydney são vizinhos de prédio, mas nunca trocaram uma palavra entre si. A única interação e, a mais forte de todas, é a conexão que ambos têm com a música.

Todas as noites Sydney senta na varanda de seu apartamento para assistir Ridge tocar violão. Ao observá-lo Sydney nota que Ridge têm algo especial. Ela sente que algo lhe incomoda, sem compreender direito seus sentimentos. O fato é que Sydney namora Hunter há mais de dois anos,ainda que não consiga enxergar um futuro ao seu lado, por mais que ele se faça presente. Sydney têm uma vida simples e até bem monótona. Divide seu tempo entre a faculdade e o trabalho de meio período na biblioteca do campus. 

Na noite do seu 22º aniversário é que o caos chega sem avisar. Sydney descobre que Hunter está lhe traindo com sua melhor amiga. Por mais que aquilo lhe causasse tamanha estranheza Sydney não consegue acreditar na situação. Quem acaba abrindo seus olhos é exatamente Ridge que todas as noites vê Hunter e Tori se pegarem todas as vezes que Sydney se ausenta. Tudo parece conspirar contra Sydney, pois além de ser traída pelo namorado e pela melhor amiga, ela ainda perde seu emprego na biblioteca. Sem ter pra onde ir Sydney saí desesperada e quem lhe dá abrigo é justamente o vizinho que ela tanto admira.

Ridge mora com seu melhor amigo Warren que conhece desde a adolescência e, Bridgette, uma mulher estressada que passa o tempo todo gritando com as pessoas. Parece um apartamento de loucos. Ele e o irmão Brennan fazem parte da banda Sounds of Cedar. O irmão é cantor e Ridge o compositor, que no momento está passando por um bloqueio criativo. E a chegada de Sydney vem a calhar porque Ridge descobre que ela também compõem. O único problema é que nem Sydney nem Ridge imaginavam que essa aproximação poderiam lhe acarretar tantos problemas. Sydney sente uma forte atração por Ridge, mas não sabe como lidar com toda a situação já que ela e o ex acabaram de terminar o relacionamento. Já Ridge namora Maggie há cinco anos e nunca imaginou que pudesse se apaixonar por outra pessoa. A vida de Ridge é cuidar de Maggie e protegê-la de todas as maneiras. 

Maggie é uma garota linda, adorável, super gente boa. Todos a adoram, tornando as coisas ainda mais difíceis. Ridge sonha em viver ao lado de Maggie, mas ela não cede aos seus desejos pois, o que ela realmente precisa é de liberdade. Ser independente é o que Maggie mais almeja pra sua vida.

Sydney e Ridge passam a compor juntos e o espaço entre eles, físico e emocional vão se estreitando cada vez mais. A música é o elo que os une e fará com que ambos vivenciem momentos de intensa ternura e profundidade. Ao longo da narrativa vamos descobrindo um pouco do passado cheio de mágoas e traumas de Ridge que o torna tão especial.

Por outro lado sofremos com tudo que Sydney têm que enfrentar para frear o desejo de se entregar à paixão que vem nutrindo por Ridge. Uma das coisas mais belas do livro é poder acompanhar o crescimento desse amor. Nada brota de um desejo súbito, do sexo propriamente dito. É a construção da amizade, da confiança que torna tudo tão profundo. Ridge é um ser humano ímpar, correto, justo, leal, o "príncipe" que todo mundo deseja ter na vida. Aliás, se existe alguém que saiba construir personagens dessa forma essa pessoa é CoHo. Ela deixa todo mundo pirado com tanta entrega e devoção de seus personagens. E o drama apresentado é necessário, sempre, na maioria das vezes para tornar a narrativa mais crível, palpável; assim o leitor consegue conectar-se facilmente com a narrativa.

"Entretanto, aprendi que não podemos dizer ao coração quando, quem ou como amar. O coração só faz o que quer. A única coisa que podemos controlar é se escolhemos nos dar a chance de deixar nossa vida e mente alcançarem nosso coração."

Sabe aquele sorriso bobo que fica estampado na cara quando a gente lê alguma coisa que nos toca tão profundamente? Então, foi exatamente assim que fiquei durante a leitura, suspirando a cada parágrafo, me debulhando em lágrimas a cada revelação. Eu nunca imaginei me deparar com uma história tão comovente. A sensibilidade de CoHo é nata, o talento para criar histórias dramáticas cheias de mensagens inspiradoras faz com que a gente queira viver aquela história. 

O livro nos mostra a importância de vivermos uma vida intensamente. Ensina-nos a lidar com os percalços da vida com determinação. Perceberemos que há uma grande diferença entre viver intensamente ou apenas existir. Confesso que fiquei muito dividida. Ora eu desejava que Maggie não existisse na vida de Ridge para que ele e Sydney pudessem viver o seu amor, mas ao mesmo tempo acabava entendendo a decisão de Ridge. Essa é uma das grandes questões do livro: o apelo moral, aquilo que julgamos como certo ou errado. Quando devemos nos deixar levar pelos impulsos? Quem ouvir primeiro: a razão ou a emoção? O comprometimento e lealdade de Ridge nos mostra isso o tempo todo permitindo-nos refletir sobre o assunto.

De todas as histórias que li da autora essa foi a mais bela, a mais delicada, a mais completa. CoHo destaca a descoberta do amor através de uma amizade, o desejo proibido dá lugar a admiração, ao respeito. É claro que a atração física e a química entre os personagens dá aquele toque especial à narrativa, mas nesse caso, ela é mera coadjuvante. Destaque para a descoberta e troca de sentimentos através de uma simples batida do coração, uma troca de olhar que revela muito mais do que palavras, o som da respiração, tudo tem uma conotação diferente.

Quando decidi optar por essa leitura, a primeira coisa que me veio à mente foi que se tratava de um livro sobre música. Já imaginava que seria um dos favoritos só por incluir o tema, mas nunca imaginei que pudesse viver uma experiência tão diferente. Foi mágico ler cada trecho do livro acompanhada de uma canção composta exclusivamente para a trama. Consegui me conectar ainda mais à Ridge, pude “sentir” cada vibração, cada som. Sei, parece loucura, mas foi uma sensação indescritível.
Colleen Hoover fez uma parceria que deu muito certo com o cantor e compositor  Griffin Peterson que compôs as canções que acompanhamos ao longo de toda a narrativa. Leia o livro acompanhado da playlist. Deixe sua imaginação fluir, permita-se viver essa experiência. Para ouvir as canções clique aqui .

Esse é mais um daqueles livros que a gente passa muito tempo falando a respeito, que recomenda pra todos, que dá vontade de dar um exemplar pra cada pessoa. Ninguém sai ileso depois dessa leitura. Colleen Hoover , mais uma vez, prova que é uma das melhores autoras do gênero. Não há o que pontuar de negativo, a não ser que você não tenha uma estrutura capaz de suportar tanto sofrimento. Mas vale a pena. Você sabe que ela sempre nos reserva algo de bom, algo mágico; aquela mensagem que o amor verdadeiro tudo pode superar. Mas nem só de drama vive um bom romance não é mesmo? CoHo também nos diverte com diálogos hilários normalmente protagonizados por Warren e Sydney. 

Eu não me canso de repetir o quanto Colleen Hoover é magnífica, soberana, fodástica. Sempre nos presenteando com histórias profundamente tocantes. Corri para o Skoob e favoritei o livro antes mesmo de terminá-lo, lá pela metade do livro pra vocês terem uma noção da magnitude dessa obra. 

Talvez Um Dia é um livro que vai tocar fundo no seu coração que irá abalar todas suas estruturas. Pode preparar a caixinha de lenços. Ah, não esquece de separar uma boa quantidade de post-its, muitos por sinal, pois certamente você ficará louco com tantos trechos para marcar; todos memoráveis e inesquecíveis.
O segundo livro irá contar a história de amor de Warren e Bridgette, ou seja, podem aguardar fortes emoções.

[...] os sentimentos são a única coisa em nossas vidas que nós não temos absolutamente nenhum controle.


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Título: Talvez Um Dia
Série: Maybe #1
Autora: Colleen Hoover
Editora: Galera Record
Ano: 2016
Páginas: 368
Onde comprar: Saraiva Amazon



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Os fãs de Colleen Hoover já podem começar a roer unhas e sonhar com mais um livro repleto de fortes emoções porque em fevereiro tem lançamento chegando nas livrarias em parceria com Tarryn Fisher.
A editora Galera Record divulgou em suas redes sociais a capa do livro "Nunca Jamais". 

Colleen Hoover já é conhecida por grandes sucessos como "Métrica", "Um caso perdido" e o mais recente "O Lado Feio do Amor". 

Eu AMO essa mulher e já li praticamente quase todos os livros lançados aqui no Brasil. Estou muito ansiosa por esse próximo lançamento e tenho certeza que não sou a única que está contando os dias para esse grande dia.

Dá só uma olhadinha na capa e sinopse.


Charlize Wynwood e Silas Nash são melhores amigos desde pequenos. Mas, agora, são completos estranhos. O primeiro beijo, a primeira briga, o momento em que se apaixonaram... Toda recordação desapareceu. E nenhum dos dois tem ideia do que aconteceu e em quem podem confiar.
Charlize e Silas precisam trabalhar juntos para descobrir a verdade sobre o que aconteceu com eles e o porquê. Mas, quanto mais eles aprendem sobre quem eram, mais questionam o motivo pelo qual se juntaram no passado.
 

E aí, curtiu? Já leu algum livro da autora? Qual é o seu favorito? Conta pra gente!
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Toda vez que fico sabendo que David Levithan vai lançar livro novo eu já fico como? Doida, eufórica, completamente entusiasmada diante uma nova chance de conhecer mais uma de suas obras-primas. Porque vocês sabem, Levithan é vida!
Acompanho o trabalho do autor desde o primeiro livro lançado no Brasil e, até hoje, não há nenhum livro que tenha me decepcionado. Por isso, ao saber da existência de Dois Garotos se Beijando eu tive certeza que, este, seria mais um grande sucesso do autor. É uma equação simples: personagens reais, uma discussão sobre assuntos relevantes e uma escrita simplesmente encantadora. O resultado? Um GRANDE livro. Daqueles que nos deixam sem palavras, capaz de despertar sentimentos nobres no mais duro dos corações.


Nunca se falou tanto em sobre preconceito, bullying, racismo, intolerância como nos dias de hoje, mas ainda que certos assuntos estejam tão em voga, sabemos que muitos ainda resistem a encarar as coisas como elas são. Primeiramente, vamos deixar nossas convicções e dogmas de lado para simplesmente falarmos sobre amar. Pois essa é a proposta de Levithan: falar sobre o amor na sua forma mais sublime. É assim que devemos o encarar. Dois Garotos se Beijando é um livro que vai muito além da questão da homossexualidade. O mote principal é expor os sentimentos que cada um dos personagens vive ao longo da narrativa.

“Nossos beijos eram sísmicos. Quando vistos pela pessoa errado, podiam nos destruir. Quando compartilhados com a pessoa certa, tinham o poder da confirmação, a força do destino.”

Quero chamar a atenção para o narrador. Aqui, são os espíritos que narram a histórias, homens homossexuais que já morreram em decorrência da AIDS. Nota-se que esses espíritos viveram no século passado e, hoje transmitem suas experiências com os meninos que protagonizam a história. É possível perceber a transposição do narrador, ora onipresente ora onisciente. Essa transição é primordial para que o leitor consiga compreender todas as histórias apresentadas.

O livro não possui uma separação de capítulos como de costume, mas isso não compromete em nada o desenvolvimento da narrativa, pelo contrário. As histórias de Craig e Harry, Avery e Ryan, Neil e Peter, Cooper e Tariq possuem uma semelhança. Cada um vive um conflito interno e por serem apenas adolescentes ainda não possuem a experiência necessária para enfrentar as dificuldades que encontrarão adiante. O recorde mundial no qual Craig e Harry tenta alcançar é uma representação simbólica para questões bem mais sérias e profundas, por isso, não vire a cara ou julgue o livro pelo nome sem ao menos reconsiderar a sua importância. 

Em tempos de tanta intolerância esse livro é leitura obrigatória. A sensibilidade de Levithan me encanta profundamente. Foi genial escrever a narrativa sobre o ponto de vista de homens que já morreram por causa da AIDS. Os espíritos ainda que não estejam participando diretamente da narrativa interagem com o leitor. A todo o momento eles nos revelam o quanto suas escolhas os afetaram. Contudo, como espíritos eles nada podem fazer para alertar os garotos em relação as suas próprias escolhas.

"É difícil parar de ver seu filho como seu filho e começar a vê-lo como ser humano. É difícil parar de ver seus pais como pais e começar a vê-los como seres humanos. É uma transição bilateral, e pouquíssimas pessoas conseguem fazê-la com tranquilidade".

É impressionante como Levithan constrói seus enredos. Seus personagens são reais e as histórias comoventes. Na alternância dos parágrafos vamos conhecendo as histórias de Harry e Craig e o que os levou ao desafio do beijo. A história de Avery e Ryan é linda e comovente, assim como o desespero de Cooper em tentar encontrar algo que o defina. O caso de Tariq é ainda mais arrebatador capaz de arrancar lágrimas do leitor instantaneamente. Já Neil e Peter vivem momentos diferentes e, por isso é difícil se posicionar. Enfim, todas as histórias mexem diretamente com o nosso coração. É difícil imaginar que hoje, em pleno século XXI as pessoas ainda ajam com tanto preconceito.

"O mundo está cheio de pessoas que pensam que diferente é sinônimo de errado".

Mais uma vez Levithan impressiona com sua sensibilidade em tratar de um tema tão polêmico. Na verdade nem sei bem se devo chamar o amor de tema polêmico, pois este, não deveria ser. Se as pessoas enxergassem o outro como seu semelhante muitas guerras, sejam elas veladas ou declaradas, certamente seriam evitadas.


Dois Garotos se Beijando é pura magia, é mais um daqueles livros que nos faz refletir sobre o nosso posicionamento. Sonho com um dia que o preconceito seja apenas uma palavra caída em desuso. Que se não todos, pelo menos uma boa parte da sociedade entenda que sem amor nada faz sentido.

"Há a esperança de que o mundo fique menos idiota, menos arbitrário com o passar do tempo".


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Sinopse: Baseado em fatos reais e em parte narrado por uma geração que morreu em decorrência da Aids, o livro segue os passos de Harry e Craig, dois jovens de 17 anos que estão prestes a participar de um desafio: 32 horas se beijando para figurar no Livro dos Recordes. Enquanto tentam cumprir sua meta — e quebrar alguns tabus —, os dois chamam a atenção de outros jovens que também precisam lidar com questões universais como amor, identidade e a sensação de pertencer. 



Título: Dois Garotos Se Beijando
Autor: David Levithan
Editora: Galera Record
Páginas: 224
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David Levithan já virou figurinha ilustre e carimbada aqui no blog. Sou muito fã do autor já algum tempo e quem me conhece já me viu por aí declarando meu amor por ele. A paixão foi imediata desde o primeiro parágrafo que li Todo Dia, outro livro seu lançado pela editora Galera Record. Desde então passei a ler todos os seus livros. A cada leitura Levithan está sempre me surpreendendo. Assim como em Todo Dia, Will & Will, Invisível e Garoto encontra Garoto suas temáticas envolvem a descoberta da sexualidade na adolescência. 


Até pouco tempo atrás não tínhamos conhecimento de muitos livros que abordassem o tema da homossexualidade entre os adolescentes. Se entre o público adulto tal assunto já era visto como tabu, quem dirá discuto-lo entre os adolescentes. Felizmente, hoje existem vários autores escrevendo a respeito e, dentre eles, eu diria que David Levithan é um dos representantes mais importantes. Em suas narrativas é comum nos depararmos com personagens que enfrentam sua sexualidade numa boa, sem tabu, como deveria ser na vida real. O que me encanta em Levithan é a maneira como ele constrói seus personagens e como sustenta os desdobramentos da narrativa. Suas histórias sempre são bem humoradas e, em Garoto encontra Garoto não poderia ser diferente. Aliás, eu ousaria dizer que esse é definitivamente o livro mais engraçado de Levithan.

Imaginem uma escola onde um jogador de futebol americano transexual e uma líder de torcida lésbica podem conviver no mesmo espaço? Paul, o personagem central da narrativa também é gay e superpopular. Sempre cercados dos amigos, Paul é um adolescente que sempre lidou muito bem com sua sexualidade. Seus pais também lidam muito bem com isso mostrando que independente da escolha sexual do filho, o que realmente importa é que Paul esteja feliz. E Paul é um garoto muito feliz. 

Inicialmente Paul anda muito decepcionado com seu ex-namorado Kyle (que não é gay, nem hétero) Kyle ainda não se decidiu completamente sobre sua sexualidade. Sem entender muito bem o motivo pelo qual Kyle passou a ignorá-lo, Paul não é do tipo de garoto que fica amarrando bode por ninguém. 
Paul mora numa cidade onde gays e héteros convivem muito bem (um sonho ainda muito distante para nossa sociedade hipócrita e preconceituosa). Certa noite, Paul e os amigos Joni e Tony decidem curtir um show numa livraria da cidade onde Zeke, seu amigo gaystafari está fazendo uma apresentação. Paul está curtindo o som entre as prateleiras dos livros de autoajuda até o momento em que esbarra com Noah – o garoto que tira Paul de órbita.

A partir daí Noah e Paul passam a se conhecer já que ambos estudam na mesma escola. É bom lembrar que não é porque Paul é gay que ele sai por aí dando mole pra qualquer um que aparece. E esse é um dos motivos pelo qual Levithan é tão incrível em suas narrativas. Não existe tabu nem espaço para estereótipos e colocações preconceituosas dentro de suas histórias. Vejam outro exemplo: Infinite Darlene é dos jogadores de futebol americano que fazem parte do time da escola. Infinite Darlene tem 1,90m e está sempre perambulando pelos corredores da escola de salto alto, uma peruca vermelha e muito, muito maquiada. Ser o quarterback principal e a rainha do baile pode gerar muita confusão, tendo em vista que as outras drag queens não lidam muito bem com a sua popularidade.

Paul não pode levar todo o crédito sozinho já que assim como ele os demais personagens do livro são brilhantes. Obviamente que o relacionamento entre ele e Noah é o assunto principal do livro, mas a história não se limita a eles. Outros conflitos são discutidos e explorados dentro do contexto. Tony precisa conviver com o preconceito dos pais que são extremamente religiosos. Já Joni vive um relacionamento do tipo ioiô com seu atual namorado Ted, um carinha egocêntrico e que enxerga o mundo somente através do próprio umbigo.

O livro abrange uma gama de assuntos e todos eles são abordados com leveza e o bom humor característico de Levithan. Acho muito interessante a maneira como o autor consegue esmiuçar o perfil de seus personagens. Entre tentar esboçar uma ideia ou traçar um perfil estereotipado de um jovem gay, Levithan está acima de tudo isso. Com muita delicadeza ele fala sobre o amor entre dois adolescentes que enfrentam seus medos e inseguranças como qualquer um que esteja passando por esta fase. Por esse motivo é possível que todo adolescente gay, hétero, ou seja, qual for a sua opção sexual consiga imediatamente se identificar com sua narrativa. 


"Em determinado ponto da vida, eu me dei conta de que estava vivendo uma vida muito finita, e não queria mais isso. Sei que a finitude é inevitável, pois todos nós morremos, nenhum de nós pode andar até a lua, e assim por diante. Mas ainda quero viver minha vida infinitamente. Quero viver como se qualquer coisa fosse possível. Porque é tedioso demais, incolor demais viver finitamente. Sei que não vou viver para sempre, mas quero poder seguir em qualquer direção que me pareça certa."

Uma das coisas que me faz idolatrar Levithan é o fato do autor não recorrer à dramatização exacerbada tão recorrente em livros do gênero. É comum encontrarmos narrativas que forçam a vitimização de seus personagens. É muito difícil construir um enredo como este sem recorrer ao clichê ainda que intencionalmente. Mas Levithan não é do tipo que escreve histórias com fundo político disfarçado de romance juvenil.
Garoto encontra Garoto é mais um livro onde Levithan quer falar sobre o amor entre almas, o amor puro e verdadeiro entre duas pessoas. O livro é uma homenagem à amizade, acima de tudo. Não há como não se envolver com o dilema vivido por Tony que enfrenta o preconceito explícito dos pais que não admitem que o filho tenha amigos gays. Noah também enfrenta problemas familiares que são tão importantes quanto os de Tony. O livro possui uma energia tão boa e tão leve que faz com que a gente nem perceba o passar das páginas. 

Toda vez que leio um livro de Levithan eu fico pensando em como seria perfeito se o mundo pudesse enxergar as coisas através dos seus olhos. Como seria mais fácil lidar com a escolha do outro. Essa coisa de rótulo é um saco! Falar sobre igualdade ou levantar bandeiras qualquer um pode fazer, mas descrever com inteligência e delicadeza é para poucos e nesse quesito Levithan é mestre.


" _ Ainda gosto de garotas.
  _ E daí?
  _ E também de garotos.
 [...] _ Então você é bissexual.
 Odeio essa palavra - diz ele, afundando na cadeira. _ Faz parecer que estou dividido.
_ Quando na verdade está duplicado?
_ Isso aí.
[...] Podemos chamar você de ambissexual. Ou duossexual. Ou...
_ Preciso mesmo encontrar uma palavra pra isso? _ Não posso ser apenas ser?
_ É claro - digo, apesar de não ter tanta certeza no mundo real. O mundo ama rótulos idiotas. Eu queria que nós pudéssemos escolher os nossos."

Garoto encontra Garoto é um livro delicioso. É o tipo de livro que se lê bem rapidinho, num piscar de olhos. É garantia de boas risadas acompanhadas de leves suspiros. Um livro fofo e que vale a pena ganhar um espaço na sua estante. Amor + Perfeição= David Levithan.


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Sinopse: Paul estuda em uma escola nada convencional. Líderes de torcida andam de moto, a rainha do baile é uma quarterback drag-queen, e a aliança entre gays e héteros ajudou os garotos héteros a aprenderem a dançar. Paul conhece Noah, o cara dos seus sonhos, mas estraga tudo de forma espetacular. E agora precisa vencer alguns desafios antes de reconquistá-lo: ajudar seu melhor amigo a lidar com os pais ultrarreligiosos que desaprovam sua orientação sexual, lidar com o fato de a sua melhor amiga estar namorando o maior babaca da escola e, enfim, acreditar no amor o bastante para recuperar Noah.





Título: Garoto Encontra Garoto
Autor: David Levithan
Editora: Galera Record 
Páginas: 239
ISBN: 9788501047779
Publicação: 2014

Leia outras resenhas
>> Todo Dia, de David Levithan
>> Will & Will - Um nome, Um Destino -John Green e David Levithan


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Cadê os fãs enlouquecidos de Colleen Hoover? Todos presentes? 

Pausa para desacelerar o coração! A editora Galera Record acaba de confirmar a presença da escritora norte-americana Colleen Hoover para a Bienal Do Livro Rio.

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Cidade do fogo celestial (Vol. 6 Os instrumentos mortais) 
Cassandra Clare 

MAIS DE 26 MILHÕES DE EXEMPLARES VENDIDOS!

Em Cidade do fogo celestial, Clary, Jace, Simon e toda a companhia se unem no meio do caos para enfrentar Sebastian, cujos poderes colocam tudo em risco. E agora, terão que viajar para outra dimensão para conseguir ter uma chance de impedi-lo. Vidas serão perdidas e sangue será derramado nesse último volume, onde o próprio destino do mundo pode ser mudado. 


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A Galera Record divulgou a capa de "Garoto encontra Garoto", de David Levithan, autor de "Todo dia" e "Will & Will", dois grandes sucessos do autor publicados pela editora.


Paul encontrou o amor de sua vida. E depois estragou suas chances da forma mais catastrófica possível. Agora, com a ajuda de uma líder de torcida transexual, de seu melhor amigo gay enrustido e de seu ex-namorado obsessivo, ele se lança na improvável missão de reconquistar seu amado de uma vez por todas.

Ai,gente! Estou aqui dando pulinhos diante dessa notícia. Sou muito fã do trabalho do autor e desde o momento em que li "Todo dia" não consigo mais parar de enaltecer o talento de David. Ele é incrível. Seus livros são incríveis, intensos, bem escritos. Aliás, é através dela que David consegue cativar o leitor já nos primeiros capítulos de suas histórias. 


David escreveu outro livro incrível (de novo) em parceria com John Green. Em Will & Will, David Levithan é responsável por nos proporcionar momentos de intensa ternura. Quem conhece um pouco o estilo do autor sabe que os relacionamentos homoafetivos sempre fazem parte de suas tramas, ou seja, quem curtiu Todo dia e Will & Will, certamente espera outro grande sucesso do autor. O blog já resenhou, claro, os dois livros do autor. Se você por um acaso, ainda não teve a oportunidade de conhecer o seu trabalho não deixe de conferir as resenhas abaixo.

|Resenha| Todo dia, de David Levithan
|Resenha| Will & Will , de David Levithan e John Green

O grande barato é que David não levanta bandeira sobre a homossexualidade. Suas obras tem por finalidade simplesmente reverenciar o amor entre os personagens. David tem uma sensibilidade, um jeito todo especial de cativar o leitor com suas palavras. A maneira como ele descreve seus personagens, como desmembra seus conflitos e, dilacera nossos corações.

Viu, gente! Quando falo, escrevo ou penso em David dá sempre nisso: babação de ovo na certa! Não dá pra segurar. 
Para amenizar a espera podemos conferir o primeiro capítulo do livro disponibilizado no site da Galera. Infelizmente, a editora não informou quando o livro estará disponível nas livrarias.

Leia o primeiro capítulo de Garoto encontra Garoto, de David Levithan

Agora é superar a ansiedade e aguardar o lançamento de "Garoto encontra Garoto". 
E você? Já leu algum livro do autor? 
Conta pra gente como foi sua experiência!



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A boa de hoje vai para os "pimentinhas" de plantão. Os fãs da autora Paula Pimenta já podem conferir o book trailer de "Princesa Adormecida", divulgado hoje pela editora Galera Record.


Paula Pimenta dispensa apresentações, mas se por um acaso, você ainda não teve a oportunidade de ler nenhum de seus livros, não tem problema. Nunca é tarde para se aventurar em novas experiências. E, Paula Pimenta sabe muito bem como proporcionar essa sensação a seus leitores.

Não deixe de conferir a resenha de Princesa Adormecida aqui.

Assista ao book trailer de Princesa Adormecida, de Paula Pimenta


Atenção! O blog está sorteando um exemplar do livro Princesa Adormecida. (clique na imagem e participe!)



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PRINCESA ADORMECIDA- PAULA PIMENTA
Páginas:192


Este mês temos o lançamento do aguardando livro de Paula Pimenta, em mais uma incursão no mundo dos contos de fadas: Princesa Adormecida! Desta vez, a autora das séries Fazendo meu filme e Minha vida fora de série nos oferece uma recriação do clássico conto da Bela adormecida. Nela, Anna Rosa é uma adolescente supostamente normal, com várias amigas, boas notas, e um trio de tios talvez um pouco superprotetores demais. Mas algumas mensagens de celular, vindas de um contato misterioso, parecem trazer à tona um passado que ela sequer se lembrava que existia. Paula também participou da coletânea O Livro das Princesas e agora acompanha seu novo livro em uma turnê por todo o Brasil. Confiram a agenda da autora e corram para o evento mais próximo!


Leia o 1º capítulo
* O livro já foi resenhado pelo blog. Confira a resenha AQUI


A EVOLUÇÃO DE MARA DYER - Michelle Hodkin
Páginas:406






Na aguardada continuação de A desconstrução de Mara Dyer, as misteriosas – e perigosas – habilidades de Mara continuam a evoluir. Ela sabe que não está louca. Não está alucinando, projetando a culpa ou sofrendo de estresse pós-traumático. Ela sabe que é tudo real – pode matar com um simples pensamento, e Noah pode curar com apenas um toque. Também sabe que Jude, o ex-namorado morto por ela, voltou. Não é apenas sua imaginação. Mas Mara, se quiser descobrir as intenções de Jude, deve evitar uma internação em um hospital psiquiátrico. Confusa, com as paredes se fechando e ruindo ao seu redor, ela deve aprender a usar seu poder. 
Leia o 1º capítulo


CONFESSO QUE MENTI - Justine Larbalestier
Páginas: 320



Micah Wilkins é uma mentirosa compulsiva. Mentir é tão natural para ela quanto respirar. Desde que nasceu com a doença da família, ela criou um labirinto de mentiras, para manter todos afastados de uma verdade indizível. Um segredo envolve o outro. Nenhum relato seu é confiável. Mas quando o seu namorado é encontrado morto em circunstâncias violentas e misteriosas, ela decide provar a sua inocência – e promete contar apenas a verdade.
Leia o 1º capítulo


INIMIGO SOMBRIO – AMADA IMORTAL VOL. 3 - Cate Tiernan
Páginas: 322


Natasya está de volta a River's Edge, ainda se recuperando dos eventos traumáticos de Cair das Trevas. E, quem sabe, de um entendimento com Reyn, o escandinavo que fez parte da horda que destruiu o castelo de seu clã. Só que quando representantes das oito casas imortais aparecem mortos e drenados de seus poderes, e os irmãos de River chegam ao retiro, ela descobre que há coisas muito mais graves em curso. 
Leia o 1º capítulo


O CÍRCULO – EXCLUSIVO - VOL. 5 - Kate Brian
Páginas: 288


Um novo semestre se inicia na prestigiosa Academia Easton. E Reed parece que vai conseguir um pouco de paz. Pelo menos se depender das regras do atual diretor: nada de cerimônias elitistas para as meninas do Billings. As ocupantes para as vagas abertas serão escolhidas, por mérito acadêmico, pelo próprio diretor. E, entre as seis meninas, uma antiga e outra nova possibilidade de amizade para Reed. Isso se Cheyenne permitir. Afinal, o privilégio de se tornar uma menina do Billings não pode ser ignorado. 
Leia o 1º capítulo


HOMERO - Luiz Antonio Aguiar
Páginas: 248


Neste intrincado romance de Luiz Antonio Aguiar, acompanhamos a trajetória do lendário poeta Homero. O criador da Odisséia e da Ilíada, sempre uma figura coberta por um véu de mistério, tem um pouco de sua vida revelada em uma ficção recheada de ação, monstros e heróis, de Aquiles a Ulisses. Um verdadeiro mergulho no universo da mitologia grega. Leia mais aqui!

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Oi, eu sou Zilda Peixoto! Comando a Cachola desde 2009. Aqui compartilho um pouquinho sobre meu universo particular: resenhas de livros, séries, filmes, música boa, paixão por plantas, pugs, decoração afetiva, maternidade real e o que mais der na cachola..rs.. Sejam muito bem vindos!!!

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